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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Coalizão liderada pelos EUA afirma que al-Baghdadi está vivo

A coalizão internacional liderada pelos EUA não tem confirmação de que o líder do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia), Abu Bakr al-Baghdadi, esteja morto, comunicou o representante da coalizão, Ryan Dillon.


Sputnik

"A coalizão não tem quaisquer provas 100% seguras de que ele esteja morto. Na ausência de provas, supõe-se que está vivo. Por isso, vamos continuar a buscá-lo", disse Dillon no decorrer do briefing telefônico.


Foto queimada do líder terrorista al-Baghdadi no protesto em Nova Delhi realizado em 9 junho de 2017
Foto de al-Baghdadi sendo queimada © AFP 2018/ Prakash SINGH

De acordo com ele, a coalizão vai continuar não só as buscas do líder da organização terrorista, mas também de outros altos representantes do Daesh.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia sublinhou várias vezes que as ações dos EUA e da coalizão internacional na Síria se efetuam sem a autorização de Damasco oficial e sem se basearem em uma resolução do Conselho de Segurança da ONU.


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