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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Coalizão liderada pelos EUA ataca forças pró-governo na Síria

A coalizão antiterrorista liderada pelos EUA declarou ter efetuado um golpe de resposta contra os militares sírios após as forças militares pró-governo terem atingido o Estado-Maior General das Forças Democráticas da Síria (SDF na sigla em inglês) onde se encontravam conselheiros norte-americanos.


Sputnik

"As forças pró-governo sírias iniciaram um ataque não provocado contra o Estado-Maior General das Forças Democráticas da Síria em 7 de fevereiro. Os militares da coalizão se encontravam na qualidade de conselheiros, assistentes e forças acompanhantes junto com os parceiros das SDF durante o ataque, à distância de oito quilômetros a leste da linha acordada de prevenção de conflitos no rio Eufrates", diz-se na declaração do comando.


Caça F-15E Strike Eagle da Força Aérea norte-americana
F-15 Eagle dos EUA © REUTERS/ Força Aérea dos EU

"Para proteção das forças da coalizão e parceiros, a coalizão efetuou golpes contra os atacantes para repelir o ato de agressão em relação aos parceiros que participam da luta contra o Daesh [organização terrorista proibida na Rússia]", notam os militares.

Não há informação sobre os feridos na sequência do acidente. A coalizão sublinha que o objetivo principal de sua presença na Síria é a luta contra o Daesh, mas deixa para si o direito de autodefesa.

Damasco oficial ainda não comentou a declaração.


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