Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

Coalizão liderada pelos EUA ataca forças pró-governo na Síria

A coalizão antiterrorista liderada pelos EUA declarou ter efetuado um golpe de resposta contra os militares sírios após as forças militares pró-governo terem atingido o Estado-Maior General das Forças Democráticas da Síria (SDF na sigla em inglês) onde se encontravam conselheiros norte-americanos.


Sputnik

"As forças pró-governo sírias iniciaram um ataque não provocado contra o Estado-Maior General das Forças Democráticas da Síria em 7 de fevereiro. Os militares da coalizão se encontravam na qualidade de conselheiros, assistentes e forças acompanhantes junto com os parceiros das SDF durante o ataque, à distância de oito quilômetros a leste da linha acordada de prevenção de conflitos no rio Eufrates", diz-se na declaração do comando.


Caça F-15E Strike Eagle da Força Aérea norte-americana
F-15 Eagle dos EUA © REUTERS/ Força Aérea dos EU

"Para proteção das forças da coalizão e parceiros, a coalizão efetuou golpes contra os atacantes para repelir o ato de agressão em relação aos parceiros que participam da luta contra o Daesh [organização terrorista proibida na Rússia]", notam os militares.

Não há informação sobre os feridos na sequência do acidente. A coalizão sublinha que o objetivo principal de sua presença na Síria é a luta contra o Daesh, mas deixa para si o direito de autodefesa.

Damasco oficial ainda não comentou a declaração.


Postar um comentário