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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Como EUA impedem a desnuclearização da Europa? Chanceler russo responde

Ao manter armas nucleares táticas na Europa e realizar "missões nucleares conjuntas", os Estados Unidos impedem o processo de desnuclearização, afirmou o chanceler russo, Sergei Lavrov, discursando na Conferência sobre Desarmamento em Genebra.


Sputnik

"A preservação das armas nucleares dos EUA na Europa, acompanhada da prática desestabilizadora de 'missões nucleares conjuntas' impede a desnuclearização", disse Lavrov.


Soldados americanos perto de um sistema antimísseis Patriot em Sochaczew, perto de Varsóvia, Polônia
Sistema antimísseis norte-americano Patriot na Polônia © REUTERS/ Franciszek Mazur/Agência Gazeta

Segundo o ministro russo, durante as missões em questão, que violam o Tratado de não Proliferação de Armas Nucleares, os países-membros da OTAN sem armas nucleares são ensinados a usar as munições nucleares não estratégicas dos EUA.

"Desta maneira, os militares estadunidenses preparam as forças armadas dos países europeus para usar armas nucleares táticas contra a Rússia", declarou.

Moscou também está preocupada com a nova estratégia nuclear dos Estados Unidos, que atribui uma maior importância às armas nucleares, inclusive através de criação e instalação de ogivas de baixa potência, acrescentou Lavrov.

Anteriormente, o Pentágono divulgou a nova estratégia nuclear dos EUA, cujo elemento principal é a modernização das forças nucleares estratégicas marítimas, aéreas e terrestres, também conhecidas como tríade nuclear, com foco no desenvolvimento de ogivas nucleares de baixa potência.

Washington afirmou que, em geral, os EUA são a favor de redução das armas nucleares, mas não apoiam a eliminação total deste tipo do armamento, proposta pela ONU, devido à atual situação internacional.

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