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Turquia não considera Patriot como alternativa ao S-400, diz parlamentar turco

Washington está negociando com Ancara quanto à possibilidade de fornecimento dos sistemas de defesa antiaérea norte-americanos Patriot no lugar dos S-400 russos, escreveu a revista turca Sabah, citando a assessora do Secretário de Estado dos EUA em questões políticas, Tina Kaidanow.
Sputnik

Kaidanow relevou que o Departamento do Estado está negociando com a Turquia para "tentar dar a entender aos turcos o que se pode fazer em relação aos Patriot".

"Estamos preocupados que a compra dos sistemas russos de defesa antiaérea seja uma espécie de apoio para a Rússia que, pelo que vimos, não se comporta bem em várias partes do mundo, inclusive na Europa", afirmou a assessora, citada pela edição turca.

Um representante do Ministério das Relações Exteriores turco, que pediu anonimato, comentou à Sputnik Turquia sobre a situação quanto às compras dos S-400 por Ancara, bem como quanto ao diálogo com os EUA.
"A nossa postura em relação aos S-400 foi reiterada por diversas vezes…

Conflito no Oriente Médio matou ao menos 83 crianças em janeiro, diz UNICEF

Os conflitos no Oriente Médio deixaram ao menos 83 crianças mortas no mês de janeiro, afirmou o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) nesta segunda-feira (5).


Sputnik

"Somente no mês de janeiro, a escalada da violência no Iraque, na Líbia, no Estado da Palestina, na Síria e no Iêmen custou a vida de pelo menos 83 crianças", afirmou Geert Cappelaere, diretor regional da UNICEF.


Um menino olha para a câmera enquanto se senta nos destroços de uma casa destruída por um ataque aéreo liderado pelos sauditas nos arredores de Sanaa, Iêmen.
Criança em ruínas em Sanaa, Iêmen, após ataque da Arábia Saudita © REUTERS/ Mohamed al-Sayaghi

O país mais violento no período foi a Síria, com 59 crianças mortas, seguida por Iêmen (16), Líbia (6) e Líbano — onde quatro crianças congelaram até a morte.

"Outras milhões de crianças na região do Oriente Médio e do norte da África tiveram suas infâncias roubadas, mutiladas por toda a vida, traumatizadas, presas e detidas, exploradas, impedidas de ir à escola e de obter os serviços de saúde mais essenciais, negando até o direito básico de brincar, afirmou Cappelaere.

O diretor da UNICEF afirmou que o mês de janeiro foi "negro e sangrento".


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