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Defesa russa: avião Il-20 foi derrubado por mísseis sírios S-200

De acordo com o ministério russo, o sistema de defesa aérea sírio tentava atacar um avião de Israel. No entanto, a tripulação israelense fez uma manobra especial para se proteger, e o míssil acabou atingindo acidentalmente o avião russo Il-20.
Sputnik

O avião Il-20 desapareceu dos radares em 17 de setembro, por volta das 23h do horário de Moscou, (17h em Brasília) durante o retorno planejado à base aérea de Hmeymim, acima do território do mar Mediterrâneo, a 35 quilômetros da costa da Síria, informou o comunicado do Ministério da Defesa da Rússia. O represente oficial da Defesa russa, Igor Konashenkov sublinhou que os aviões israelenses "propositalmente criaram uma situação perigosa para navios e aviões nessa região".

Na opinião dele, para evitar o ataque sírio, a tripulação israelense acabou tornando o Ilyushin-20 alvo de ataque.

"Ao tentarem proteger-se com ajuda do avião russo, os pilotos israelenses o puseram debaixo de fogo do sistema de defesa antiaérea da Síria"…

Conflito no Oriente Médio matou ao menos 83 crianças em janeiro, diz UNICEF

Os conflitos no Oriente Médio deixaram ao menos 83 crianças mortas no mês de janeiro, afirmou o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) nesta segunda-feira (5).


Sputnik

"Somente no mês de janeiro, a escalada da violência no Iraque, na Líbia, no Estado da Palestina, na Síria e no Iêmen custou a vida de pelo menos 83 crianças", afirmou Geert Cappelaere, diretor regional da UNICEF.


Um menino olha para a câmera enquanto se senta nos destroços de uma casa destruída por um ataque aéreo liderado pelos sauditas nos arredores de Sanaa, Iêmen.
Criança em ruínas em Sanaa, Iêmen, após ataque da Arábia Saudita © REUTERS/ Mohamed al-Sayaghi

O país mais violento no período foi a Síria, com 59 crianças mortas, seguida por Iêmen (16), Líbia (6) e Líbano — onde quatro crianças congelaram até a morte.

"Outras milhões de crianças na região do Oriente Médio e do norte da África tiveram suas infâncias roubadas, mutiladas por toda a vida, traumatizadas, presas e detidas, exploradas, impedidas de ir à escola e de obter os serviços de saúde mais essenciais, negando até o direito básico de brincar, afirmou Cappelaere.

O diretor da UNICEF afirmou que o mês de janeiro foi "negro e sangrento".


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