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Turquia adverte exército sírio contra entrada em Manbij

O comunicado foi divulgado poucos dias depois de pelo menos quatro soldados americanos terem sido mortos em um atentado suicida na cidade de Manbij, no norte da Síria, cuja responsabilidade foi assumida pelo Daesh (grupo terrorista proibido em Rússia e em vários outros países).
Sputnik

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores turco, Hami Aksoy, alertou as Forças Armadas do governo sírio para que não tentassem entrar na cidade de Manbij, localizada no norte da Síria.


"Às Unidades de Proteção Popular curdas na Síria (YPG) não deveria ser permitido deixar que as forças do regime [do presidente sírio Bashar Assad] entrem em Manbij", disse Aksoy em uma entrevista coletiva na sexta-feira (18). Ele também destacou que "a retirada das tropas norte-americanas da Síria não deveria ajudar os terroristas das YPG e do Partido de União Democrática curdo (PYD)".

As declarações foram feitas depois que nesta quarta-feira (16) na cidade síria de Manbij ocorreu uma explosão em u…

Conflito no Oriente Médio matou ao menos 83 crianças em janeiro, diz UNICEF

Os conflitos no Oriente Médio deixaram ao menos 83 crianças mortas no mês de janeiro, afirmou o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) nesta segunda-feira (5).


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"Somente no mês de janeiro, a escalada da violência no Iraque, na Líbia, no Estado da Palestina, na Síria e no Iêmen custou a vida de pelo menos 83 crianças", afirmou Geert Cappelaere, diretor regional da UNICEF.


Um menino olha para a câmera enquanto se senta nos destroços de uma casa destruída por um ataque aéreo liderado pelos sauditas nos arredores de Sanaa, Iêmen.
Criança em ruínas em Sanaa, Iêmen, após ataque da Arábia Saudita © REUTERS/ Mohamed al-Sayaghi

O país mais violento no período foi a Síria, com 59 crianças mortas, seguida por Iêmen (16), Líbia (6) e Líbano — onde quatro crianças congelaram até a morte.

"Outras milhões de crianças na região do Oriente Médio e do norte da África tiveram suas infâncias roubadas, mutiladas por toda a vida, traumatizadas, presas e detidas, exploradas, impedidas de ir à escola e de obter os serviços de saúde mais essenciais, negando até o direito básico de brincar, afirmou Cappelaere.

O diretor da UNICEF afirmou que o mês de janeiro foi "negro e sangrento".


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