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Governo saudita diz que rei e príncipe herdeiro são 'linha vermelha'

O ministro de Relações Exteriores saudita, Adel al-Jubeir, afirmou que o rei Salman bin Abdulaziz e o príncipe Mohammed Bin Salman são uma "linha vermelha" para a Arábia Saudita e rejeitou o suposto envolvimento do herdeiro da coroa saudita no assassinato do jornalista Jamal Khashoggi.
EFE

Riad - "A liderança do reino da Arábia Saudita representada nas guardas das duas mesquitas sagradas (o rei) e o príncipe herdeiro são uma linha vermelha e não permitiremos tentativa algum de atacar nossos líderes", afirmou Al-Jubeir em entrevista publicada nesta terça-feira o jornal árabe internacional "Asharq Al-Awsat".


"Atacar os líderes do reino é tocar em todos os cidadãos", acrescentou.

O ministro fazia alusão às versões que vinculam o príncipe Mohammed com a morte do jornalista no consulado saudita em Istambul em 2 de outubro.

Veículos de imprensa americanos informaram na sexta-feira que a CIA tinha concluído que o herdeiro saudita ordenou o assassinato de Kh…

Conflito no Oriente Médio matou ao menos 83 crianças em janeiro, diz UNICEF

Os conflitos no Oriente Médio deixaram ao menos 83 crianças mortas no mês de janeiro, afirmou o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) nesta segunda-feira (5).


Sputnik

"Somente no mês de janeiro, a escalada da violência no Iraque, na Líbia, no Estado da Palestina, na Síria e no Iêmen custou a vida de pelo menos 83 crianças", afirmou Geert Cappelaere, diretor regional da UNICEF.


Um menino olha para a câmera enquanto se senta nos destroços de uma casa destruída por um ataque aéreo liderado pelos sauditas nos arredores de Sanaa, Iêmen.
Criança em ruínas em Sanaa, Iêmen, após ataque da Arábia Saudita © REUTERS/ Mohamed al-Sayaghi

O país mais violento no período foi a Síria, com 59 crianças mortas, seguida por Iêmen (16), Líbia (6) e Líbano — onde quatro crianças congelaram até a morte.

"Outras milhões de crianças na região do Oriente Médio e do norte da África tiveram suas infâncias roubadas, mutiladas por toda a vida, traumatizadas, presas e detidas, exploradas, impedidas de ir à escola e de obter os serviços de saúde mais essenciais, negando até o direito básico de brincar, afirmou Cappelaere.

O diretor da UNICEF afirmou que o mês de janeiro foi "negro e sangrento".


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