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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Conselho de Segurança da ONU estuda emendas russas para trégua na Síria

O Conselho de Segurança da ONU examina nesta quinta-feira as emendas propostas pela Rússia a um projeto de resolução visando a uma trégua de um mês na Síria, razão pela qual deverá esperar até amanhã para submeter o texto à votação.


Pars Today

"Nos inclinamos para uma votação amanhã", disse aos jornalistas o embaixador sueco nas Nações Unidas, Olof Skoog, um dos promotores da iniciativa.


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Conselho de Segurança da ONU | Reprodução

A Suécia, junto ao Kuwait, solicitou ontem que uma votação o mais rápido possível do texto preparado pelos dois países, após cerca de duas semanas de negociações com os demais membros do Conselho de Segurança.

A minuta, no entanto, foi rejeitada pela Rússia, que hoje deu a entender que a vetaria se esta fosse submetida à votação na sua forma atual. "Os patrocinadores sabem perfeitamente que não há acordo (sobre a resolução)", disse na reunião do Conselho o embaixador russo, Vasyl Nebenzia, que anunciou que seu país iria propor uma série de emendas ao texto. O objetivo, segundo disse depois aos jornalistas, é fazer com que o texto seja "realista".

A Suécia confirmou que a delegação russa já distribuiu suas propostas aos demais membros e disse que agora vão estudar o que têm sobre a mesa. "Estamos tentando encontrar uma saída que funcione para todos, mas que certamente tenha verdadeiras implicações no terreno", disse o embaixador sueco.

Cessação das hostilidades

O texto preparado pela Suécia e pelo Kuwait conta com o apoio explícito de três membros permanentes do Conselho de Segurança (Estados Unidos, França e Reino Unido) e de outros países do órgão. A minuta procura estabelecer uma cessação das hostilidades em toda a Síria durante um mês e estabelece que, 48 horas depois do seu início, se permita o acesso semanal de comboios humanitários da ONU a áreas necessitadas.

Dois dias depois, deveriam ser facilitadas também evacuações médicas de zonas às quais as Nações Unidas não têm acesso. Além disso, o texto reivindica o levantamento dos cercos sobre várias áreas, incluindo o enclave rebelde de Ghouta Oriental, nos arredores de Damasco, que está sendo alvo de uma dura ofensiva governamental.

A situação em Guta Oriental foi o eixo central de uma reunião de urgência realizada hoje pelo Conselho de Segurança, na qual os serviços humanitários da ONU reiteraram que é necessário deter os combates perante a crítica situação enfrentada pela população civil. Segundo as Nações Unidas, durante as últimas 24 horas os bombardeios e o fogo de artilharia sobre esta região nos arredores de Damasco deixaram pelo menos 50 mortos e 200 feridos.

Por sua vez, a Rússia tachou de “notícias falsas” muita da informação que chega de Ghouta Oriental e acusou as potências ocidentais de tentar criar um "escândalo" para aumentar a pressão internacional sobre o governo sírio.

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