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Erdogan: exército sírio parou de avançar para Afrin

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, declarou que as tropas do governo sírio deixaram de avançar para a cidade de Afrin "após consultas", realizadas pelo líder turco nesta segunda-feira.
Sputnik

As tropas do governo sírio "foram realmente detidas ontem (segunda-feira)", afirmou Erdogan, segundo a agência de notícias Anadolu. Segundo o chefe de Estado, isso aconteceu "após consultas". No entanto, Erdogan não especificou à que consultas estaria se referindo.


Nesta segunda-feira, o líder turco discutiu a situação em Afrin durante conversa telefônica com seus homólogos russo e iraniano, Vladimir Putin e Hassan Rouhani.

Erdogan também afirmou que as milícias pró-governo que tentaram entrar em Afrin nesta terça-feira, e que foram repelidas pelas tropas turcas, o fizeram por iniciativa própria.

"A milícia síria decidiu entrar em Afrin por conta própria. Isso é inaceitável e não ficará sem resposta", alertou Erdogan.

Anteriormente, a imprensa infor…

Crise sem fim: Palestina pode romper todos os laços com Israel, revela documento

O Comitê Executivo da Organização de Libertação da Palestina (OLP) pediu às autoridades palestinas para romper os laços com Israel em todos os níveis, incluindo segurança e política, disse o comitê em um comunicado obtido pela Sputnik.


Sputnik

O comitê instou as autoridades palestinas a "começar imediatamente a preparar planos e projetos destinados a cortar os laços com as autoridades israelenses no plano da política, da governança, da economia e da segurança", afirma o comunicado.


Bandeiras de Israel e da Palestina
Bandeiras de Israel e da Palestina © AP Photo/

Além disso, o Comitê Executivo da OLP decidiu "se referir ao Conselho de Segurança da ONU, à Assembleia Geral e ao Tribunal Penal Internacional [ICC], pedindo-lhes que se recusem a reconhecer o Estado de Israel até renunciar ao reconhecimento de Jerusalém como sua capital".

De acordo com a declaração, a OLP está planejando se dirigir ao ICC com um pedido "para iniciar uma investigação sobre assentamentos israelenses, discriminação racial e uma limpeza étnica em Jerusalém e seus arredores que estão sendo silenciados".

A declaração vem às vésperas de uma reunião relatada entre o Ministro das Finanças israelense Moshe Kahlon e o primeiro-ministro palestino, Rami Hamdallah, na próxima semana.

Em 6 de dezembro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou sua decisão de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e instruiu o Departamento de Estado dos EUA a lançar o processo de mudança da embaixada dos EUA, atualmente localizada em Tel Aviv, para Jerusalém.

O passo estadunidense provocou críticas de vários países – incluindo o de aliados de Washington – e desencadeou uma onda de protestos na região.

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