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Putin passa para Trump a responsabilidade de resolver conflito na Síria

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, passou a bola para que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja o responsável por resolver o conflito na Síria.
EFE

Helsinque - Em entrevista coletiva conjunta realizada nesta segunda-feira, em Helsinque, após a primeira cúpula entre os dois líderes, Putin também deu para Trump uma bola oficial da Copa do Mundo.

"No que se refere ao fato de a bola da Síria estar no nosso telhado, senhor presidente, o senhor acaba de dizer que organizamos com sucesso o Mundial de Futebol. Portanto, quero agora entregar esta bola. Agora, a bola está do seu lado", disse Putin.

O presidente russo fazia uma referência a uma frase do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que havia afirmado que a bola para resolver o conflito na Síria estava no telhado do Kremlin.

Trump agradeceu pelo presente e disse estar confiante de que EUA, México e Canadá organizarão em 2026 uma Copa do Mundo tão bem-sucedida como a da Rússia.

Na sequência, o presidente americ…

Crise sem fim: Palestina pode romper todos os laços com Israel, revela documento

O Comitê Executivo da Organização de Libertação da Palestina (OLP) pediu às autoridades palestinas para romper os laços com Israel em todos os níveis, incluindo segurança e política, disse o comitê em um comunicado obtido pela Sputnik.


Sputnik

O comitê instou as autoridades palestinas a "começar imediatamente a preparar planos e projetos destinados a cortar os laços com as autoridades israelenses no plano da política, da governança, da economia e da segurança", afirma o comunicado.


Bandeiras de Israel e da Palestina
Bandeiras de Israel e da Palestina © AP Photo/

Além disso, o Comitê Executivo da OLP decidiu "se referir ao Conselho de Segurança da ONU, à Assembleia Geral e ao Tribunal Penal Internacional [ICC], pedindo-lhes que se recusem a reconhecer o Estado de Israel até renunciar ao reconhecimento de Jerusalém como sua capital".

De acordo com a declaração, a OLP está planejando se dirigir ao ICC com um pedido "para iniciar uma investigação sobre assentamentos israelenses, discriminação racial e uma limpeza étnica em Jerusalém e seus arredores que estão sendo silenciados".

A declaração vem às vésperas de uma reunião relatada entre o Ministro das Finanças israelense Moshe Kahlon e o primeiro-ministro palestino, Rami Hamdallah, na próxima semana.

Em 6 de dezembro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou sua decisão de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e instruiu o Departamento de Estado dos EUA a lançar o processo de mudança da embaixada dos EUA, atualmente localizada em Tel Aviv, para Jerusalém.

O passo estadunidense provocou críticas de vários países – incluindo o de aliados de Washington – e desencadeou uma onda de protestos na região.

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