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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Dependência dos EUA em armas nucleares aproxima mundo da aniquilação, diz ministro do Irã

A Revisão sobre Postura Nuclear (NPR, na sigla em inglês) dos Estados Unidos mostra a crescente dependência do país em armas nucleares, disse o ministro iraniano de Relações Exteriores, Javad Zarif, enfatizando que tal abordagem aproximaria a humanidade da destruição.


Sputnik

"A Revisão da Postura Nuclear dos EUA reflete uma maior dependência de armas nucleares, violando o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, trazendo a humanidade mais perto da aniquilação. Não é de admirar que o 'Relógio do fim do Mundo' aponte o momento mais perigoso desde 1953", escreveu Zarif, no Twitter.


Ministro das Relações Exeteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif
Ministro iraniano de Relações Exteriores, Javad Zarif © AP Photo/ Petr David Josek

O ministro iraniano também criticou a abordagem de Washington ao Plano Conjunto de Ação (JCPOA, na sigla em inglês) dizendo que a "teimosia" do presidente dos EUA, Donald Trump, em "acabar" com o acordo vem da mesma "imprudência perigosa".

O NPR, publicado na sexta-feira (2), afirma que é necessária uma dissuasão nuclear mais forte para desencorajar a Rússia, a China, o Irã e a Coreia do Norte, quer desenvolvendo novas armas ou expandindo os arsenais existentes.

Além disso, a doutrina prevê planos de curto prazo para modificar as ogivas de míssil balístico lançadas por submarino (SLBM, na sigla em inglês) existentes para fornecer uma opção de baixo rendimento e buscar um míssil de cruzeiro moderno lançado por mar com armas nucleares (SLCM) no longo prazo.

O NPR observa que essas atividades não se destinam a ser empregadas em uma guerra nuclear, no entanto, destinam-se a aumentar a capacidade nuclear dos EUA para garantir que os adversários potenciais do país não vejam nenhuma vantagem possível na escalada nuclear.

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