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Israel realiza novos bombardeios na Faixa de Gaza após queda de foguete

Aviação israelense atacou instalações subterrâneas em Gaza. Foguete disparado de Gaza caiu em cidade israelense sem causar vítimas.
France Presse

Aviões de guerra israelenses realizaram novos ataques na madrugada desta segunda-feira (19) na Faixa de Gaza, onde a tensão foi reduzida, mas sem dissipar todo o fantasma de um novo confronto.

A aviação israelense atacou instalações subterrâneas no sul do território do movimento palestino Hamas, afirmou em um comunicado.

Israel respondeu assim ao disparo de um foguete lançado no domingo à noite a partir da Faixa de Gaza - o segundo em 24 horas - e que caiu sem causar vítimas nas proximidades de Sderot, cidade israelense perto do enclave palestino.

O exército de Israel manteve sua política de resposta sistemática a qualquer intervenção hostil a partir dos territórios palestinos, onde travou três guerras contra o Hamas e grupos armados palestinos aliados desde 2008.

Israel usará "todos os meios à sua disposição" para garantir a segurança d…

Dependência dos EUA em armas nucleares aproxima mundo da aniquilação, diz ministro do Irã

A Revisão sobre Postura Nuclear (NPR, na sigla em inglês) dos Estados Unidos mostra a crescente dependência do país em armas nucleares, disse o ministro iraniano de Relações Exteriores, Javad Zarif, enfatizando que tal abordagem aproximaria a humanidade da destruição.


Sputnik

"A Revisão da Postura Nuclear dos EUA reflete uma maior dependência de armas nucleares, violando o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, trazendo a humanidade mais perto da aniquilação. Não é de admirar que o 'Relógio do fim do Mundo' aponte o momento mais perigoso desde 1953", escreveu Zarif, no Twitter.


Ministro das Relações Exeteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif
Ministro iraniano de Relações Exteriores, Javad Zarif © AP Photo/ Petr David Josek

O ministro iraniano também criticou a abordagem de Washington ao Plano Conjunto de Ação (JCPOA, na sigla em inglês) dizendo que a "teimosia" do presidente dos EUA, Donald Trump, em "acabar" com o acordo vem da mesma "imprudência perigosa".

O NPR, publicado na sexta-feira (2), afirma que é necessária uma dissuasão nuclear mais forte para desencorajar a Rússia, a China, o Irã e a Coreia do Norte, quer desenvolvendo novas armas ou expandindo os arsenais existentes.

Além disso, a doutrina prevê planos de curto prazo para modificar as ogivas de míssil balístico lançadas por submarino (SLBM, na sigla em inglês) existentes para fornecer uma opção de baixo rendimento e buscar um míssil de cruzeiro moderno lançado por mar com armas nucleares (SLCM) no longo prazo.

O NPR observa que essas atividades não se destinam a ser empregadas em uma guerra nuclear, no entanto, destinam-se a aumentar a capacidade nuclear dos EUA para garantir que os adversários potenciais do país não vejam nenhuma vantagem possível na escalada nuclear.

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