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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Dezenas de jovens estão desaparecidas após ataque do Boko Haram na Nigéria

Grupo terrorista atacou internato feminino com 710 alunas.


France Presse

Dezenas de estudantes do ensino médio estão desaparecidas na Nigéria dois dias após um ataque do grupo jihadista Boko Haram contra uma escola de meninas.

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Terroristas do Boko Haram | Reprodução

Os combatentes do Boko Haram, fortemente armados, atacaram a cidade de Dapchi, no estado de Yobe, na segunda-feira, segundo disseram testemunhas à AFP.

As alunas e os professores de um internato feminino, Girls Science Secondary School, fugiram para a selva, temendo a repetição do sequestro das garotas de Chibok em 2014.

No entanto, dois dias após o ataque, várias dezenas de estudantes de Dapchi ainda não haviam retornado ao internato, causando grande angústia em suas famílias.

"Nossas filhas estão desaparecidas há dois dias e não sabemos onde estão", disse à AFP Abubakar Shehu, cuja neta está entre o grupo desaparecido. 
"Começamos a temer que o pior tenha acontecido. Temos medo de um novo Chibok", concluiu.

"Nos disseram que elas estavam em outras aldeias, mas estivemos em todos os lugares mencionados em vão", acrescentou.

De acordo com o colégio, no momento do ataque havia 710 alunas no internato, que recebe jovens a partir de 11 anos de idade.

Inuwa Mohamed, cuja filha de 16 anos, Falmata, não reapareceu, confirmou que os pais haviam procurado suas filhas em todas as aldeias vizinhas. "Ninguém nos diz nada oficialmente", indicou Moahmed à AFP. "Ainda não sabemos quantas foram encontradas e quantas ainda estão desaparecidas", acrescentou.

O grupo jihadista Boko Haram, cujo nome significa "a educação ocidental é um pecado", conduz desde 2009 ataques no nordeste da Nigéria que já mataram mais de 20 mil pessoas. Em 2014, provocou uma onda de indignação global com o sequestro de 276 meninas em uma escola em Chibok.

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