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VÍDEO mostra fragata norueguesa afundando, tendo colidido após manobras da OTAN

A mídia divulgou novos vídeo e fotos da fragata norueguesa KMN Helge Ingstad, que colidiu com o navio petroleiro Sola TS junto à costa norueguesa em circunstâncias desconhecidas ao regressar das manobras da OTAN.
Sputnik

A fragata ficou com um grande rombo a estibordo atravessando a linha de água, sete marinheiros ficaram feridos. A tripulação abandonou o navio acidentado, que depois foi rebocado para águas menos profundas para evitar seu afundamento total.


Uns dias após o acidente (8), a fragata continua parcialmente acima da superfície da água, mas está completamente assente no fundo. Mais de 10 toneladas de combustível para helicópteros vazou para o mar.

Até o momento, não há nenhumas informações sobre o estado do armamento a bordo, incluindo mísseis de cruzeiro e antiaéreos, torpedos e artilharia.

O petroleiro Sola TS, por sua parte, não sofreu nenhum dano durante a colisão.

As razões do incidente estão sendo investigadas. Entre as possíveis causas estão a navegação da fragata em reg…

Estados Unidos esperam sinais da Coreia do Norte sobre possível diálogo, diz Tillerson

'Mantemos nossos canais abertos', diz secretário de Estado em entrevista a TV.


EFE


O secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, afrmou neste domingo que está atento a possíveis sinais da Coreia do Norte sobre a chance de iniciar um diálogo, que começaria sendo bilateral, mas no qual a China assumiria algum papel mais adiante.

Secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, dá entrevista a jornailsta da CBS (Foto: Reprodução/ Twitter/ Department of State)
Secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, dá entrevista a jornailsta da CBS (Foto: Reprodução/ Twitter/ Department of State)

"O meu trabalho como chefe da diplomacia é garantir que os norte-coreanos saibam que mantemos nossos canais abertos", disse Tillerson em entrevista exibida na noite de domingo pela emissora "CBS", e da qual o Departamento de Estado proporcionou uma transcrição nesta segunda-feira.

"Não estou mandando muitas mensagens de resposta porque, por enquanto, não há nada a dizer, portanto estou ouvindo para que você (a Coreia do Norte) me diga que está preparado para falar", acrescentou Tillerson.

Ao ser questionado sobre como saberia se a Coreia do Norte está disposta a realizar negociações, Tillerson respondeu: "Eles vão dizer".

"Recebemos suas mensagens. E acredito que será muito explícita, a forma na qual quereremos ter essa primeira conversa", opinou o secretário de Estado.

Tillerson detalhou que "no início, as conversas poderiam ser bilaterais" entre Estados Unidos e Coreia do Norte, mas afirmou que deixou "muito claro" para a China que ela "terá um papel importante uma vez que as partes chegarem à mesa de negociação".

Ao ser perguntado por que considera que a Coreia do Norte aceitaria as condições americanas de avançar para uma "desnuclearização completa", Tillerson respondeu: "Porque isso não lhes traz nada, apenas faz com que (o regime) continue sendo o reino ermitão, isolado diplomática e economicamente do mundo".

Relação com Putin

O chefe da diplomacia americana também falou sobre sua relação com o presidente russo, Vladimir Putin, a quem conhecia bem antes de assumir o Departamento de Estado em 2017, devido aos negócios que fez com a Rússia quando era chefe da companhia petrolífera ExxonMobil.

"A minha relação com o presidente Putin já dura 18 anos. Sempre se concentrou no que eu podia fazer para ter sucesso em nome de meus acionistas, e como a Rússia também poderia ter sucesso", explicou Tillerson.

Não obstante, o titular da diplomacia americana reconheceu que, como secretário de Estado, sua relação com a Rússia é "diferente", e que, quando se encontrou pela primeira vez com Putin após assumir o cargo, disse ao líder russo: "Senhor presidente, (sou) o mesmo homem, com um chapéu diferente".

Tillerson também contradisse os legisladores que se queixam que o governo de Donald Trump não implementou as sanções contra a Rússia que o Congresso aprovou no ano passado pela suposta interferência do Kremlin nas eleições de 2016.

"Fizemos e estamos fazendo. Demos passos que já evitaram várias vendas militares à Rússia como resultado da legislação, e estamos avaliando mais indivíduos para impor possíveis sanções", garantiu.

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