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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

EUA advertem que estão perto de se tornar possível alvo da Coreia do Norte

Embaixador de desarmamento norte-americano, Robert Wood, fez a declaração durante a Conferência sobre Desarmamento em Genebra, na Suíça.


Reuters


A Coreia do Norte pode estar a apenas alguns meses de distância de ser capaz de atingir os Estados Unidos com um míssil balístico com ogiva nuclear, e seu programa de armas atômicas precisa ser encerrado, disse uma autoridade graduada de desarmamento dos EUA nesta terça-feira.

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Embaixador dos Estados Unidos Robert Wood durante Conferência sobre Desarmamento, na ONU, em Genebra 30/08/2017 | REUTERS/Denis Balibouse

A Coreia do Norte "pode agora estar a apenas meses de distância da capacidade de atingir os Estados Unidos com mísseis balísticos armados nuclearmente", afirmou o embaixador de desarmamento norte-americano, Robert Wood, durante a Conferência sobre Desarmamento em Genebra, na Suíça.

Robert Wood, ainda durante o encontro organizado pela ONU, advertiu que os arsenais da China e da Rússia estão crescendo.

"Rússia, China e Coreia do Norte estão aumentando seus estoques, elevando a importância de armas nucleares em suas estratégias de segurança e -- em alguns casos -- buscando o desenvolvimento de novas capacidades nucleares para ameaçar outras nações pacíficas", disse. 


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