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Força Aérea israelense anuncia estreia global do caça F-35 em combate

Israel foi o primeiro país ao qual os Estados Unidos autorizaram a venda do caça invisível
Juan Carlos Sanz | El País
Jerusalém - A Força Aérea de Israel revelou nesta terça-feira que foi a primeira a utilizar em combate o F-35, o ultramoderno caça furtivo indetectável para os radares inimigos. O chefe da aeronáutica israelense, general Amikam Nirkin, fez o comunicado aos comandantes das forças aéreas de vários países reunidos ao norte de Tel Aviv.

O general Nirkin mostrou a seus colegas – procedentes dos EUA, Itália, França, Índia e Brasil, entre outros países – a imagem de vários F-35 sobre Beirute, enquanto confirmava que esses aviões tinham participado de ataques em duas frentes.

“O esquadrão do F-35 está em operação e já sobrevoa todo o Oriente Médio”, afirmou o chefe da força aérea.

Nirkin reiterou que, há duas semanas, a Guarda Revolucionária iraniana disparou 32 foguetes contra as Colinas de Golã, planalto sírio ocupado por Israel desde 1967 e que, em resposta à agressão, a aviação…

EUA advertem que estão perto de se tornar possível alvo da Coreia do Norte

Embaixador de desarmamento norte-americano, Robert Wood, fez a declaração durante a Conferência sobre Desarmamento em Genebra, na Suíça.


Reuters


A Coreia do Norte pode estar a apenas alguns meses de distância de ser capaz de atingir os Estados Unidos com um míssil balístico com ogiva nuclear, e seu programa de armas atômicas precisa ser encerrado, disse uma autoridade graduada de desarmamento dos EUA nesta terça-feira.

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Embaixador dos Estados Unidos Robert Wood durante Conferência sobre Desarmamento, na ONU, em Genebra 30/08/2017 | REUTERS/Denis Balibouse

A Coreia do Norte "pode agora estar a apenas meses de distância da capacidade de atingir os Estados Unidos com mísseis balísticos armados nuclearmente", afirmou o embaixador de desarmamento norte-americano, Robert Wood, durante a Conferência sobre Desarmamento em Genebra, na Suíça.

Robert Wood, ainda durante o encontro organizado pela ONU, advertiu que os arsenais da China e da Rússia estão crescendo.

"Rússia, China e Coreia do Norte estão aumentando seus estoques, elevando a importância de armas nucleares em suas estratégias de segurança e -- em alguns casos -- buscando o desenvolvimento de novas capacidades nucleares para ameaçar outras nações pacíficas", disse. 


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