Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

EUA ameaçam lançar mais ataques contra o exército sírio

A embaixadora dos EUA antes das Nações Unidas (ONU), Nikki Haley, alertou nesta quinta-feira que a adoção de uma medida militar contra o governo do presidente da Síria, Bashar al-Asad, continua sendo uma opção na agenda de Washington.


Pars Today

"Uma solução militar (contra a Síria) é sempre considerada (como uma opção) em qualquer situação", disse o diplomata dos EUA em um discurso que pronunciou no Departamento de Política da Universidade de Chicago (EUA). Em total contradição, Haley lembrou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu "não expandir" o setor militar já presente na Síria, que ataca o exército sírio de tempos em tempos, mas as autoridades de Damasco sabem que Washington poderá atacar o país, enfatizou. O representante dos EUA junto da ONU também observou que Washington, embora aparentemente não quisesse "estar no centro do conflito sírio", de acordo com Haley, fará tudo o que estiver ao seu alcance para "ajudar" a nação síria, que é vítima de armas químicas.


EUA ameaçam lançar mais ataques contra o exército sírio

Haley também pediu na quarta-feira medidas "imediatas" para "salvar" a vida de civis no leste de Guta, localizado nas proximidades de Damasco (a capital da Síria), culpando os recentes ataques ao governo de Al-Assad.

"É hora de tomar medidas imediatas para salvar a vida de homens, mulheres e crianças que estão sob ataques bárbaros pelo governo Al-Assad", disse a diplomata. Uma solução militar (contra a Síria) é sempre considerada (como uma opção) em qualquer situação, disse a embaixadora dos EUA ante as Nações Unidas (ONU), Nikki Haley.

Haley se preocupa com a vida dos civis sírios em um momento em que a aliança anti- Daesh, que lidera por EUA, confirmou na quinta-feira que tinha matado mais 10 civis em seus bombardeios na Síria e no Iraque, aumentando o número total de mortes de sua campanha aérea iniciada desde 2014 nesses dois países, para 841.

Nos últimos dias, Guta Oriental tem sido o palco do combate depois que os terroristas intensificaram suas ofensivas contra as posições do exército sírio. As Nações Unidas (ONU) confirmaram na quarta-feira a morte de pelo menos 100 pessoas como resultado dos bombardeios e confrontos nesta região.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas