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Novo corte na verba do PROSUB preocupa Comando da Marinha do Brasil

O Comandante da Marinha, almirante de esquadra Eduardo Leal Ferreira, está seriamente preocupado com as consequências negativas de um novo e importante corte nos recursos do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), previstos para o orçamento de 2019.
Por Roberto Lopes e Alexandre Galante | Poder Naval

O Programa, cujos termos foram ajustados em 2009, estabelece a produção, no complexo industrial naval de Itaguaí (RJ), de quatro submarinos de ataque convencionais (propulsão diesel-elétrica) da classe Scorpène, e a assistência técnica francesa para a construção do primeiro submarino nuclear brasileiro.

O primeiro submarino convencional, batizado Riachuelo, deve ser lançado ao mar na manhã da quarta-feira 12 de dezembro.

Em novembro de 2016, reunido com lideranças da Base Industrial de Defesa, em São Paulo, o então ministro da Defesa, Raul Jungmann, estimou o valor total do investimento brasileiro no PROSUB em 30 bilhões de Reais.

O Poder Naval não teve acesso aos valores da reduçã…

EUA: hora de a ONU agir contra o Irã

É hora de o Conselho de Segurança da ONU agir contra o Irã, levando em consideração o relatório de especialistas das Nações Unidas que afirmam que Teerã violou o embargo de armas ao Iêmen. Foi o que declarou nesta quinta-feira a embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley.


Sputnik

De acordo com esse relatório, publicado pela AFP, o Irã não teria conseguido impedir a entrega, a rebeldes houthis do Iêmen, de elementos de mísseis balísticos disparados contra o território da Arábia Saudita. 


Embaixadora dos EUA na ONU afirma que o Irã deve ser punido por supostamente violar o embargo de armas ao Iêmen
Bandeiras do Irã © REUTERS/ Morteza Nikoubazl

"Esse relatório destaca aquilo que nós dizemos há meses: o Irã transferiu armas ilegalmente, em violação a múltiplas resoluções do Conselho de Segurança", declarou a diplomata norte-americana. "O mundo não pode continuar a deixar essas violações flagrantes sem resposta. É hora de agir para o Conselho de Segurança".

Teerã nega veementemente ter armado os rebeldes houthis, acusando os Estados Unidos de terem fabricado provas relacionadas a essa acusação.


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