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Expansão da OTAN na Europa é uma 'relíquia da Guerra Fria', diz Putin

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse em entrevista à imprensa sérvia publicada nesta quarta-feira (horário local) que a Rússia não quer uma nova corrida armamentista.
Sputnik

"Não vamos fechar os olhos ao desdobramento de mísseis de cruzeiro dos EUA [na Europa] e sua ameaça direta à nossa segurança. Teremos que tomar medidas eficazes de retaliação. Mas como país responsável e sensato, a Rússia não está interessada em uma nova corrida armamentista", afirmou.


Segundo o presidente russo, Moscou enviou em dezembro a Washington algumas propostas sobre a manutenção do Tratado INF. Além disso, Putin destacou que a Rússia está pronta para um diálogo sério com os Estados Unidos sobre toda a agenda estratégica.

No entanto, os Estados Unidos parecem ter uma política de "desmantelamento" em relação ao controle global de armas, acrescentou o presidente russo.

Durante a entrevista aos meios de comunicação sérvios, Putin também instou os parceiros ocidentais a estabelecer um …

EUA: hora de a ONU agir contra o Irã

É hora de o Conselho de Segurança da ONU agir contra o Irã, levando em consideração o relatório de especialistas das Nações Unidas que afirmam que Teerã violou o embargo de armas ao Iêmen. Foi o que declarou nesta quinta-feira a embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley.


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De acordo com esse relatório, publicado pela AFP, o Irã não teria conseguido impedir a entrega, a rebeldes houthis do Iêmen, de elementos de mísseis balísticos disparados contra o território da Arábia Saudita. 


Embaixadora dos EUA na ONU afirma que o Irã deve ser punido por supostamente violar o embargo de armas ao Iêmen
Bandeiras do Irã © REUTERS/ Morteza Nikoubazl

"Esse relatório destaca aquilo que nós dizemos há meses: o Irã transferiu armas ilegalmente, em violação a múltiplas resoluções do Conselho de Segurança", declarou a diplomata norte-americana. "O mundo não pode continuar a deixar essas violações flagrantes sem resposta. É hora de agir para o Conselho de Segurança".

Teerã nega veementemente ter armado os rebeldes houthis, acusando os Estados Unidos de terem fabricado provas relacionadas a essa acusação.


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