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Super Tucano em teste pela Força Aérea dos EUA sofre acidente

Queda sem causa ainda definida é má notícia para a fabricante brasileira, que disputa concorrência com americanos
Igor Gielow | Folha de S.Paulo

Um turboélice A-29 Super Tucano, fabricado pela Embraer, caiu durante um exercício de ataque leve conduzido pela Força Aérea dos EUA em um campo de provas do Novo México, na sexta (22).

Dois tripulantes conseguiram se ejetar. Segundo comunicado da base de Holloman, um dele se feriu levemente e foi medicado, enquanto não há detalhes do estado do segundo. A causa do acidente não foi divulgada.

O avião participa da fase final da competição para fornecimento de aviões leves para missões de ataque a solo e reconhecimento. Inicialmente, os EUA querem adquirir 15 unidades, para depois expandir a até 120. Elas servirão para substituir o famoso A-10 Warthog (Javali, em inglês), um modelos subsônico a jato fortemente armado e blindado que opera desde 1977.

Os americanos estão procurando opções mais econômicas para a missão. Enquanto um A-10 tem sua hora-voo…

EUA: hora de a ONU agir contra o Irã

É hora de o Conselho de Segurança da ONU agir contra o Irã, levando em consideração o relatório de especialistas das Nações Unidas que afirmam que Teerã violou o embargo de armas ao Iêmen. Foi o que declarou nesta quinta-feira a embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley.


Sputnik

De acordo com esse relatório, publicado pela AFP, o Irã não teria conseguido impedir a entrega, a rebeldes houthis do Iêmen, de elementos de mísseis balísticos disparados contra o território da Arábia Saudita. 


Embaixadora dos EUA na ONU afirma que o Irã deve ser punido por supostamente violar o embargo de armas ao Iêmen
Bandeiras do Irã © REUTERS/ Morteza Nikoubazl

"Esse relatório destaca aquilo que nós dizemos há meses: o Irã transferiu armas ilegalmente, em violação a múltiplas resoluções do Conselho de Segurança", declarou a diplomata norte-americana. "O mundo não pode continuar a deixar essas violações flagrantes sem resposta. É hora de agir para o Conselho de Segurança".

Teerã nega veementemente ter armado os rebeldes houthis, acusando os Estados Unidos de terem fabricado provas relacionadas a essa acusação.


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