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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
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De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

EUA perdem para a Rússia em potencial militar, segundo este analista norte-americano

As Forças Armadas dos EUA não estão preparadas para repelir os desafios existentes por parte da Rússia e da China, afirmou o funcionário do Novo Centro de Segurança Estadunidense, Paul Scharre.


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De acordo com o analista, Pequim representa uma ameaça devido às suas "centenas de mísseis de cruzeiro e 1.000 mísseis balísticos", enquanto Moscou, por sua vez, ultrapassa o exército estadunidense em vários campos ao mesmo tempo.


Blindado BTR-82A, sistemas de mísseis antiaéreos Tor-M2DT e complexos Pantsir-SA desfilam na Praça Vermelha no âmbito da Parada da Vitória
Blindado BTR-82A, sistema antiaéreo TOR M-2DT e Pantsir SA em desfile na Praça Vermelha, Moscou © Sputnik/ Mikhail Klimentyev

"Os Estados Unidos perdem para a Rússia que, investe muito mais no aumento do seu potencial de ataques de alta precisão e com grande alcance, bem como na modernização dos sistemas da defesa antiaérea, além de medidas e métodos de guerra eletrônica", assegurou Scharre, conforme citado pelo RT.

O especialista frisou que os EUA perdem por não terem "flexibilidade estratégica" e prognósticos oportunos. ademais, ele acredita que a burocratização do sistema estadunidense pode atrasar em décadas a entrada em serviço dos novos armamentos.

Scharre sublinhou que para responder aos desafios existentes o Pentágono precisa recusar os "projetos ambiciosos" e mudar o esquema de financiamento de construção militar.

Em particular, o analista enfatizou que é necessário alocar fundos adicionais para a criação e a compra de bombardeiros estratégicos, projeção de drones furtivos e tecnologias de guerra eletrônica.

Ultimamente, as autoridade estadunidenses têm várias vezes falado sobre a ameaça proveniente da Rússia e da China. Deste modo, a nova doutrina de segurança nacional e nuclear, indicam Moscou e Pequim como as principais ameaças à segurança do país. Ademais, no final de janeiro o presidente dos EUA, Donald Trump, chamou estes dois Estados de rivais norte-americanos.

O vice-chefe do Estado-Maior dos EUA, general Paul Selva assinalou que o Pentágono está elaborando "um plano global" das operações militares no caso de um possível conflito com a Rússia e a China.

Moscou, por sua vez, afirmou que lamenta tal retórica por parte de Washington e prometeu empreender medidas para "assegurar sua segurança". Enquanto isso, a chancelaria russa tem várias vezes reiterado que a Rússia está preparada para travar um diálogo com os EUA em diferentes áreas.


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