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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

EUA possuem armas nucleares perto da fronteira com a Rússia

Os Estados Unidos ainda possuem e modernizam suas armas nucleares táticas na Europa, colocando-as perto das fronteiras russas, disse o Ministério das Relações Exteriores da Rússia neste sábado (3), em um comunicado.


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"Vale ressaltar que […] os Estados Unidos ainda têm e até modernizam suas armas nucleares táticas na Europa, implantando-as na proximidade das fronteiras da Rússia. Além disso, a OTAN pratica as chamadas 'missões nucleares conjuntas', nas quais os membros 'não nucleares' da Aliança participam do planejamento do uso de armas nucleares dos EUA e estão empenhados em exercícios sobre o manuseio das armas, o que é uma violação flagrante do Tratado sobre a Não Proliferação de Armas Nucleares", afirma o comunicado.


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Os EUA decidiram modernizar suas armas táticas nucleares instaladas na Europa | Reprodução

A declaração rebate ideias falsas que circulam acerca do compromisso da Rússia com tratados de diminuição de armas, o que os EUA não estariam fazendo na mesma proporção.

"As declarações da doutrina nuclear dos EUA sobre a Rússia não ter cumprido as Iniciativas Nucleares Presidenciais de 1991-1992, relativas a compromissos políticos para desativar e reduzir as armas nucleares não estratégicas, são exageradas. Implementando as Iniciativas, a Rússia destruiu a maioria dessas armas, reduzindo o arsenal em três quartos, levando essas armas para a categoria de 'não implantadas' e concentrando-as em instalações centrais de armazenamento no território nacional", disse o ministério.

"A escala desta campanha sobre a redução do status operacional das armas nucleares e sobre a revisão do seu papel na doutrina militar nacional é sem precedentes", acrescentou a declaração.


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