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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

EUA possuem armas nucleares perto da fronteira com a Rússia

Os Estados Unidos ainda possuem e modernizam suas armas nucleares táticas na Europa, colocando-as perto das fronteiras russas, disse o Ministério das Relações Exteriores da Rússia neste sábado (3), em um comunicado.


Sputnik

"Vale ressaltar que […] os Estados Unidos ainda têm e até modernizam suas armas nucleares táticas na Europa, implantando-as na proximidade das fronteiras da Rússia. Além disso, a OTAN pratica as chamadas 'missões nucleares conjuntas', nas quais os membros 'não nucleares' da Aliança participam do planejamento do uso de armas nucleares dos EUA e estão empenhados em exercícios sobre o manuseio das armas, o que é uma violação flagrante do Tratado sobre a Não Proliferação de Armas Nucleares", afirma o comunicado.


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Os EUA decidiram modernizar suas armas táticas nucleares instaladas na Europa | Reprodução

A declaração rebate ideias falsas que circulam acerca do compromisso da Rússia com tratados de diminuição de armas, o que os EUA não estariam fazendo na mesma proporção.

"As declarações da doutrina nuclear dos EUA sobre a Rússia não ter cumprido as Iniciativas Nucleares Presidenciais de 1991-1992, relativas a compromissos políticos para desativar e reduzir as armas nucleares não estratégicas, são exageradas. Implementando as Iniciativas, a Rússia destruiu a maioria dessas armas, reduzindo o arsenal em três quartos, levando essas armas para a categoria de 'não implantadas' e concentrando-as em instalações centrais de armazenamento no território nacional", disse o ministério.

"A escala desta campanha sobre a redução do status operacional das armas nucleares e sobre a revisão do seu papel na doutrina militar nacional é sem precedentes", acrescentou a declaração.


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