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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Ex-presidente do Afeganistão: EUA não estão no país para festejar

O ex-presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, aconselhou Washington a não decepcionar Cabul, sublinhando que os interesses do seu país devem ser respeitados pela Casa Branca.


Sputnik

Em entrevista ao jornal The Washington Post, o ex-líder do Afeganistão, Hamid Karzai, focou precisamente nas relações entre Cabul e Washington, bem como na presença militar dos EUA no Afeganistão.


Soldados do Exército Nacional do Afeganistão em uma unidade de comando Reesh Khor nos arredores de Cabul
Militares do exército afegão © AFP 2018/ WAKIL KOHSAR

"Os EUA não estão aqui para festejar. Não é necessário construir tantas bases militares somente para derrotar o Talibã [organização terrorista proibida na Rússia]. Estão aqui, porque todos os principais rivais norte-americanos estão na vizinhança, e aconteceu que estamos aqui também", enfatizou Karzai.

Ele também frisou que os militares norte-americanos são bem-vindos, mas não devem decepcionar o governo do Afeganistão.

Karzai mencionou que um futuro incerto está se aproximando do Afeganistão, que é pequeno e pobre demais para pedir para os EUA parar, mas que o Afeganistão também é um país e os seus interesses devem ser respeitados.

No ano passado, Hamid Karzai criticou a nova estratégia dos EUA no que diz respeito ao seu país, que, segundo ele, é "contra a paz e interesses nacionais do Afeganistão".

Ainda em 2017, Karzai salientou que os EUA buscavam cumprir "seus próprios interesses ao entrar no Afeganistão".

De acordo com ele, os norte-americanos disseram desde o início que chegaram não para ajudar as pessoas afegãs, mas para garantir a própria segurança. Depois, o governo do país entendeu que os EUA veem o Afeganistão como uma ferramenta para execução dos seus planos geopolíticos na região.

Em agosto de 2017, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a continuação do apoio de Washington às autoridades afegãs na luta contra o Daesh (organização terrorista proibida na Rússia). Ele explicou que os EUA não serão envolvidos nos processos da consolidação nacional, mas no combate contra os extremistas.

Os EUA já estão no Afeganistão há quase 17 anos, chegando logo depois dos ataques de 11 de setembro em Washington e Nova York. No decorrer da campanha eleitoral, Trump condenou o envio de tropas e recursos norte-americanos ao Afeganistão.

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