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Poloneses pedem a Trump ajuda para conseguir indenização da Rússia e Alemanha pela 2ª Guerra

Um auto-proclamado "partido bíblico antiglobalista" pró-EUA e pró-Israel da Polônia, que se autodenomina "Movimento 11 de novembro", criou uma petição no site We the People da Casa Branca pedindo ao presidente Donald Trump ajude a obter "compensação adequada" da Rússia e da Alemanha por danos causados ​​na Segunda Guerra Mundial.
Sputnik

"Os poloneses livres estão apelando para os EUA, o vencedor na Segunda Guerra Mundial e o fiador dos acordos do pós-guerra, para obter ajuda na recuperação das reparações de guerra da Alemanha e da Rússia", diz a petição.


Além de alcançar a "justiça histórica", uma campanha de reparações bem-sucedida desempenharia "um papel fundamental na Polônia, tornando-se um forte aliado dos Estados Unidos diante da ameaça que surge na Europa e na Ásia — um novo Império do Mal".

Falando ao The New American, uma pequena revista de propriedade da John Birch Society, o co-autor e vice-presidente do Movimento 11…

Exército israelense se prepara para uma guerra em 2018, diz chefe militar

Um general do Exército israelense advertiu nesta segunda-feira que as possibilidades de guerra no norte do país são altas, dadas as vitórias do presidente sírio, Bashar al Assad, e seu aliado Irã e a milícia xiita Hezbollah, na guerra civil do país vizinho.


EFE

"O ano de 2018 tem o potencial de uma escalada (militar), não necessariamente porque alguma das partes deseja iniciá-la, senão por uma deterioração gradual. Isto é o que nos levou a aumentar o nosso nível de preparação", disse hoje o general Nitzan Alon, chefe de Operações do Exército em uma nada habitual entrevista à "Rádio do Exército".


Arquivo. EFE/EPA/Abed Al Hashlamoun
Arquivo. EFE/EPA/Abed Al Hashlamoun

Segundo expôs Alon, Assad está a ponto de apagar os últimos focos das zonas rebeldes no sudoeste do país, ao longo das fronteiras jordaniana e israelense, o que "facilitaria aos aliados do regime sírio concentrar-se em Israel".

"Não estamos permitindo que este tipo de coisas ocorram sem a nossa intervenção. Estamos atuando e continuaremos fazendo isso", afirmou o general, aparentemente referindo-se aos ataques israelenses na Síria contra alvos iranianos e do Hezbollah na passada semana.

Na manhã de 10 de fevereiro, um drone, segundo Israel de origem iraniana, entrou em espaço aéreo israelense e foi derrubado por um helicóptero da Força Aérea poucos minutos depois.

Como resposta, caças israelenses efetuaram uma série de bombardeios de posições militares iranianas na Síria, incluindo a base móvel desde onde era pilotado o drone.

Durante os bombardeios, um dos F-16 israelenses caiu ou foi derrubado (o Exército ainda investiga o fato) e o piloto e o copiloto - que saltaram do aparelho antes de cair - ficaram feridos.

Isto provocou uma nova rodada de ataques, após a qual o Exército israelense assegurou ter deixado graves danos na defesa aérea sírias, destruindo entre um terço e metade dos seus sistemas.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, mostrou ontem um pedaço do drone iraniano durante seu discurso na Conferência de Segurança de Munique, acusando o Irã e perdindo ao mundo que reconheça e reagir perante esta agressão.

"Reconhece?", perguntou Netanyahu ao representante iraniano, MohamMad Yavad Zarif, ministro de Relações Exteriores iraniano, presente na conferência.

"Deveria, porque é seu", continuou.

Para Alon, se houvesse uma guerra seria provável que o Irã encorajasse seus aliados a lutar contra Israel desde o Líbano, a Síria e, potencialmente, também desde a Faixa de Gaza.

Membros do Exército israelense advertem há anos que um possível conflito com o Hezbollah seria devastador tanto para Israel como para o Líbano.

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