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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

Forças dos EUA começam a reduzir presença no Iraque, diz porta-voz

Forças dos Estados Unidos começaram a reduzir sua presença no Iraque depois que autoridades locais declararam “vitória” sobre o Estado Islâmico, disse um porta-voz do governo iraquiano nesta segunda-feira.


Por Maher Chmaytelli | 
Reuters

BAGDÁ - No ano passado, forças iraquianas apoiadas por uma coalizão internacional liderada pelos EUA retomaram todo o território que esteve sob controle do Estado Islâmico em 2014 e 2015, incluindo Mosul, cidade do norte do país que serviu como capital de fato dos militantes. 


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Tropas dos EUA no Iraque | Reprodução

“As forças americanas começaram a reduzir seus números, já que se obteve uma vitória sobre o Daesh (Estado Islâmico)”, disse o porta-voz à Reuters. “Continua a haver coordenação para manter a assistência (dos EUA) às forças iraquianas, de acordo com suas exigências.”

Os EUA tinham mais de 5.500 soldados no Iraque no auge da batalha por Mosul, em julho de 2017, o equivalente a cerca de metade da força total mobilizada pela coalizão no país.

Um porta-voz da coalizão não quis confirmar nem negar que a retirada começou. “É nossa intenção publicar um informe quando tivermos forças saindo do palco”, disse o coronel do Exército dos EUA Ryan Dillon à Reuters.


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