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Quem vai receber 'resposta esmagadora' do Irã pelo atentado em Ahvaz?

No sábado (22), militantes armados abriram fogo contra uma parada militar na cidade de Ahvaz, matando 29 pessoas e ferindo outras 60. O Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica, que perdeu 12 de seus militares no atentado, prometeu que o Irã daria uma "resposta esmagadora" aos envolvidos no ataque. Mas de quem Teerã irá se vingar?
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A responsabilidade pelo atentado foi assumida pelo Movimento Democrático Patriótico Árabe de Ahvaz (Al-Ahvazia), ligado à Arábia Saudita.

O líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, comentando a tragédia, afirmou que os atacantes receberam dinheiro da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos e que tinham sido apoiados pelos EUA.

Ex-chefe do Conselho de Cultura da administração presidencial iraniana, doutor Abbas Amirifar, acredita que por trás do ataque em Ahvaz estão países do Ocidente que "têm uma atitude hostil perante o Irã".

"Vale destacar que os terroristas que disseram estar envolvidos no atentado instalaram-se no Oc…

Forças especiais turcas estão prestes a entrar em Afrin

O vice-premiê turco, Bekir Bozdag, disse na segunda-feira (26) que a Turquia vai posicionar o exército e forças especiais na cidade síria de Afrin a fim de "completar com sucesso a operação e proteger os civis".


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"As nossas forças especiais foram enviadas para Afrin para completar com sucesso a operação e proteger os civis", afirmou o político.


Tropas turcas na colina Bursayah, que separa Afrin de Azaz
Tropas turcas na colina Bursayah, que separa Afrin de Azaz © AP Photo/ STR

Ele também declarou que os ataques aéreos das Forças Armadas turcas contra as posições dos grupos curdos em Afrin vão continuar.

No sábado (24), o Conselho de Segurança da ONU adotou uma resolução que estabelece o cessar-fogo de 30 dias na Síria. Contudo, o vice-premiê turco disse que o armistício não se aplica à operação militar em curso da Turquia contra os terroristas em Afrin.

Em 20 de janeiro, Ancara lançou uma operação militar na região síria de Afrin contra os grupos curdos considerados terroristas pela Turquia. Damasco, por sua vez, condena severamente as ações turcas, frisando a importância da integridade territorial do país e da sua soberania.


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