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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

General ucraniano explica por que Crimeia não 'se afogou em sangue'

O coronel-general Mikhail Koval, que cumpriu interinamente funções de ministro da Defesa da Ucrânia, afirmou que em 2014 a península da Crimeia poderia "se ter afogado em sangue".


Sputnik

Koval declarou isso durante um interrogatório no âmbito do processo de investigação sobre traição do ex-presidente ucraniano, Viktor Yanukovich, comunicou a edição Ukrinform.


Crimeia
Crimeia © Sputnik/ Aleksei Pavlishak

O militar contou que o secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia, Alexander Turchinov, presidente interino do país naquela época, "teve a tentação" de declarar a lei marcial devido à situação na península.

"Eu garanto para vocês que, caso tivesse havido um primeiro disparo, a Crimeia teria sido afogada em sangue", afirmou Mikhail Koval.

Anteriormente, o ex-deputado ucraniano Andrey Senchenko contou que, quando a crise ucraniana estava em seu auge, o presidente interino mandou os militares de Kerch, cidade da Crimeia, abrir fogo, contudo os militares se recusaram a cumprir a ordem.

A península da Crimeia se reintegrou na Rússia após um referendo realizado em março de 2014. Na sequência da votação, 96,77% dos eleitores da República da Crimeia e 95,6% dos residentes da cidade de Sevastopol se manifestaram pela reunificação com a Rússia. O pleito teve lugar após o golpe de Estado na Ucrânia.

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