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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

General ucraniano explica por que Crimeia não 'se afogou em sangue'

O coronel-general Mikhail Koval, que cumpriu interinamente funções de ministro da Defesa da Ucrânia, afirmou que em 2014 a península da Crimeia poderia "se ter afogado em sangue".


Sputnik

Koval declarou isso durante um interrogatório no âmbito do processo de investigação sobre traição do ex-presidente ucraniano, Viktor Yanukovich, comunicou a edição Ukrinform.


Crimeia
Crimeia © Sputnik/ Aleksei Pavlishak

O militar contou que o secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia, Alexander Turchinov, presidente interino do país naquela época, "teve a tentação" de declarar a lei marcial devido à situação na península.

"Eu garanto para vocês que, caso tivesse havido um primeiro disparo, a Crimeia teria sido afogada em sangue", afirmou Mikhail Koval.

Anteriormente, o ex-deputado ucraniano Andrey Senchenko contou que, quando a crise ucraniana estava em seu auge, o presidente interino mandou os militares de Kerch, cidade da Crimeia, abrir fogo, contudo os militares se recusaram a cumprir a ordem.

A península da Crimeia se reintegrou na Rússia após um referendo realizado em março de 2014. Na sequência da votação, 96,77% dos eleitores da República da Crimeia e 95,6% dos residentes da cidade de Sevastopol se manifestaram pela reunificação com a Rússia. O pleito teve lugar após o golpe de Estado na Ucrânia.

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