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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

General ucraniano explica por que Crimeia não 'se afogou em sangue'

O coronel-general Mikhail Koval, que cumpriu interinamente funções de ministro da Defesa da Ucrânia, afirmou que em 2014 a península da Crimeia poderia "se ter afogado em sangue".


Sputnik

Koval declarou isso durante um interrogatório no âmbito do processo de investigação sobre traição do ex-presidente ucraniano, Viktor Yanukovich, comunicou a edição Ukrinform.


Crimeia
Crimeia © Sputnik/ Aleksei Pavlishak

O militar contou que o secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia, Alexander Turchinov, presidente interino do país naquela época, "teve a tentação" de declarar a lei marcial devido à situação na península.

"Eu garanto para vocês que, caso tivesse havido um primeiro disparo, a Crimeia teria sido afogada em sangue", afirmou Mikhail Koval.

Anteriormente, o ex-deputado ucraniano Andrey Senchenko contou que, quando a crise ucraniana estava em seu auge, o presidente interino mandou os militares de Kerch, cidade da Crimeia, abrir fogo, contudo os militares se recusaram a cumprir a ordem.

A península da Crimeia se reintegrou na Rússia após um referendo realizado em março de 2014. Na sequência da votação, 96,77% dos eleitores da República da Crimeia e 95,6% dos residentes da cidade de Sevastopol se manifestaram pela reunificação com a Rússia. O pleito teve lugar após o golpe de Estado na Ucrânia.

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