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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

Governo não vai detalhar decreto de intervenção no Rio: 'É entregar o ouro ao bandido'

O comandante do Exército Brasil, general Eduardo Villas Bôas tinha pedido em comunicado que o governo detalhasse os pontos da autorização da intervenção federal no Rio de Janeiro por meio de decreto complementar. A possibilidade, no entanto, foi descartada hoje pelo ministro da Justiça, Torquato Jardim.


Sputnik

O ministro negou o pedido justificando confidencialidade das operações por questão de inteligência.


Soldados das Forças Armadas atuam no patrulhamento nas praias da zona sul do Rio de Janeiro
Soldados das Forças Armadas em patrulha no Rio de Janeiro | Tomaz Silva / Agência Brasil

"Nós não vamos detalhar no decreto de conversão que será feito, porque aí é entregar o ouro ao bandido", disse durante entrevista coletiva em Brasília, citado pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Torquato aproveitou a ocasião, originalmente realizada para acompanhar o envio de força-tarefa ao Ceará, para destacar que não há previsão de envio de verbas da União para complementar a segurança pública carioca. O ministro explicou que a folha de pagamento do Rio de Janeiro com a Polícia continuará sob responsabilidade do estado, enquanto o governo federal cuidará dos salários, diárias e munição das Forças Armadas.

"O orçamento já existe, não tem que detalhar mais", declarou.


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