Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Novo corte na verba do PROSUB preocupa Comando da Marinha do Brasil

O Comandante da Marinha, almirante de esquadra Eduardo Leal Ferreira, está seriamente preocupado com as consequências negativas de um novo e importante corte nos recursos do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), previstos para o orçamento de 2019.
Por Roberto Lopes e Alexandre Galante | Poder Naval

O Programa, cujos termos foram ajustados em 2009, estabelece a produção, no complexo industrial naval de Itaguaí (RJ), de quatro submarinos de ataque convencionais (propulsão diesel-elétrica) da classe Scorpène, e a assistência técnica francesa para a construção do primeiro submarino nuclear brasileiro.

O primeiro submarino convencional, batizado Riachuelo, deve ser lançado ao mar na manhã da quarta-feira 12 de dezembro.

Em novembro de 2016, reunido com lideranças da Base Industrial de Defesa, em São Paulo, o então ministro da Defesa, Raul Jungmann, estimou o valor total do investimento brasileiro no PROSUB em 30 bilhões de Reais.

O Poder Naval não teve acesso aos valores da reduçã…

Governo não vai detalhar decreto de intervenção no Rio: 'É entregar o ouro ao bandido'

O comandante do Exército Brasil, general Eduardo Villas Bôas tinha pedido em comunicado que o governo detalhasse os pontos da autorização da intervenção federal no Rio de Janeiro por meio de decreto complementar. A possibilidade, no entanto, foi descartada hoje pelo ministro da Justiça, Torquato Jardim.


Sputnik

O ministro negou o pedido justificando confidencialidade das operações por questão de inteligência.


Soldados das Forças Armadas atuam no patrulhamento nas praias da zona sul do Rio de Janeiro
Soldados das Forças Armadas em patrulha no Rio de Janeiro | Tomaz Silva / Agência Brasil

"Nós não vamos detalhar no decreto de conversão que será feito, porque aí é entregar o ouro ao bandido", disse durante entrevista coletiva em Brasília, citado pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Torquato aproveitou a ocasião, originalmente realizada para acompanhar o envio de força-tarefa ao Ceará, para destacar que não há previsão de envio de verbas da União para complementar a segurança pública carioca. O ministro explicou que a folha de pagamento do Rio de Janeiro com a Polícia continuará sob responsabilidade do estado, enquanto o governo federal cuidará dos salários, diárias e munição das Forças Armadas.

"O orçamento já existe, não tem que detalhar mais", declarou.


Postar um comentário

Postagens mais visitadas