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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Interventor federal que atuará no Rio de Janeiro foi um dos responsáveis pela segurança durante a olimpíada

General ocupou o serviço de inteligência do Exército e tem um perfil combatente e tem sido parceiro das forças auxiliares de segurança pública.


Por Bom Dia Rio


O interventor militar que ficará à frente das forças de segurança do Rio de Janeiro enquanto a intervenção durar no estado é o general Walter Souza Braga Neto, do Comando Militar do Leste. Na madrugada desta sexta (16), o presidente Michel Temer decidiu decretar intervenção na segurança pública no Rio. O decreto será publicado ainda nesta manhã, segundo o presidente do Senado, Eunício Oliveira.

Resultado de imagem para General Walter Souza Braga Netto
General Walter Souza Braga Netto | Reprodução

Braga foi um dos responsáveis pela coordenação da segurança durante a Olimpíada do Rio, em 2016. Ele já ocupou o serviço de inteligência do Exército e tem um perfil combatente e tem sido parceiro das forças auxiliares de segurança pública. O general é tido pela Polícia Civil do Rio de Janeiro como um colaborador dedicado e também costuma receber representantes das forças de segurança no gabinete sem marcar na agenda.

Com essa medida, as Forças Armadas assumem a responsabilidade do comando das Polícias Civil e Militar no estado do Rio. A decisão ainda terá que passar pelo Congresso Nacional.

Durante a intervenção, a Constituição Federal não pode ser alterada, o que pode afetar o andamento a reforma da Previdência, que é uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) e tem votação marcada para a semana que vem.

A decisão foi tomada após reunião de emergência no Palácio da Alvorada, na noite de quinta-feira (15). A intervenção na segurança teve a anuência do governador Luiz Fernando Pezão.

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