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Oficial americano joga culpa para Israel pelo ataque às forças sírias

No domingo (17), a mídia síria relatou ataque ao povoado sírio Al-Harra, província de Deir ez-Zor, na fronteira com o Iraque, supostamente realizado pela coalizão internacional, liderada pelos EUA, tendo como alvo forças governamentais. Porém, um oficial americano culpou Israel pelo ataque.
Sputnik

Anteriormente, uma fonte militar relatou à mídia síria que drones "provavelmente americanos" bombardearam Al-Harra, entre Abu Kamal e Al-Tanf.

Segundo dados das Forças de Mobilização Popular iraquianas, o ataque matou 22 soldados iraquianos. O Observatório Sírio de Direitos Humanos, por sua vez, disse que o número total de vítimas corresponde a 52 pessoas, citado pelo Haaretz.

"Entre [os mortos] estão ao menos 30 militares iraquianos e 16 sírios, incluindo soldados e membros da milícia leal ao governo", afirmou à mídia o chefe do Observatório Sírio, Rami Abdel Rahman.

Comentando a notícia, o porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, Adrian Rankine-Galloway, descartou que W…

Interventor federal que atuará no Rio de Janeiro foi um dos responsáveis pela segurança durante a olimpíada

General ocupou o serviço de inteligência do Exército e tem um perfil combatente e tem sido parceiro das forças auxiliares de segurança pública.


Por Bom Dia Rio


O interventor militar que ficará à frente das forças de segurança do Rio de Janeiro enquanto a intervenção durar no estado é o general Walter Souza Braga Neto, do Comando Militar do Leste. Na madrugada desta sexta (16), o presidente Michel Temer decidiu decretar intervenção na segurança pública no Rio. O decreto será publicado ainda nesta manhã, segundo o presidente do Senado, Eunício Oliveira.

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General Walter Souza Braga Netto | Reprodução

Braga foi um dos responsáveis pela coordenação da segurança durante a Olimpíada do Rio, em 2016. Ele já ocupou o serviço de inteligência do Exército e tem um perfil combatente e tem sido parceiro das forças auxiliares de segurança pública. O general é tido pela Polícia Civil do Rio de Janeiro como um colaborador dedicado e também costuma receber representantes das forças de segurança no gabinete sem marcar na agenda.

Com essa medida, as Forças Armadas assumem a responsabilidade do comando das Polícias Civil e Militar no estado do Rio. A decisão ainda terá que passar pelo Congresso Nacional.

Durante a intervenção, a Constituição Federal não pode ser alterada, o que pode afetar o andamento a reforma da Previdência, que é uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) e tem votação marcada para a semana que vem.

A decisão foi tomada após reunião de emergência no Palácio da Alvorada, na noite de quinta-feira (15). A intervenção na segurança teve a anuência do governador Luiz Fernando Pezão.

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