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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Israel desrespeita a soberania da Síria e do Líbano, diz especialista

Israel claramente violou a soberania da Síria e do Líbano - e a comunidade internacional fica imóvel diante deste comportamento. Esta é a análise da jornalista Mona Alami, especialista em Oriente Médio.


Sputnik

"Sempre há uma condenação da comunidade internacional, mas nada é feito. Até se uma resolução [no Conselho de Segurança da ONU] for proposta, geralmente os Estados Unidos ficam do lado de Israel e bloqueiam, vetam qualquer coisa contra o comportamento de Israel", disse Mona sobre os ataques israelenses contra a Síria. 


Efetivos da Marinha de Israel durante treinamentos, foto de arquivo
Militares da marinha de Israel © AP Photo/ Ariel Schalit

A jornalista diz que Israel ataca o país de Bashar Assad por meio do espaço aéreo do Líbano e também disputa com Beirute suas fronteiras marítimas.

Mona Alami acredita que os grupos oposição síria está praticamente acabados, mas a guerra civil na Síria pode "sair do controle". "A agressão turca na Síria, especialmente aquilo que é apoiado pela oposição, é muito perigosa porque não só estamos vendo uma intervenção direta de um poder regional, mas também estamos vendo um componente étnico que está opondo árabes contra curdos e isso poderá sair do controle", afirmou.

O conflito na Síria entrou no seu sétimo ano e já custou a vida de cerca de 400 mil pessoas.


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