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'Temos armas hipersônicas': Rússia dará resposta à saída dos EUA do Tratado INF, diz Putin

A Rússia não deixará a decisão dos Estados Unidos de retirar-se unilateralmente do tratado de armas nucleares sem resposta, garantiu o presidente russo Vladimir Putin, acrescentando que o país não precisa se unir a outra corrida armamentista.
Sputnik

Moscou ainda está pronta para continuar dialogando com Washington sobre o tratado bilateral que proíbe os mísseis de médio alcance, que se tornou uma das pedras angulares do desarmamento nuclear, disse o líder russo em uma reunião do governo em Sochi. Ainda assim, os EUA devem "tratar esta questão com total responsabilidade", disse o presidente, acrescentando que a decisão de Washington de retirar-se do acordo "não pode e não ficará sem resposta".


Estas não são ameaças vazias, advertiu Putin. Ele disse que a Rússia já havia advertido os EUA contra a saída do tratado ABM que regulamenta os sistemas de mísseis e avisou Washington sobre possíveis retaliações. "Agora, temos armas hipersônicas capazes de penetrar qualquer…

Israel desrespeita a soberania da Síria e do Líbano, diz especialista

Israel claramente violou a soberania da Síria e do Líbano - e a comunidade internacional fica imóvel diante deste comportamento. Esta é a análise da jornalista Mona Alami, especialista em Oriente Médio.


Sputnik

"Sempre há uma condenação da comunidade internacional, mas nada é feito. Até se uma resolução [no Conselho de Segurança da ONU] for proposta, geralmente os Estados Unidos ficam do lado de Israel e bloqueiam, vetam qualquer coisa contra o comportamento de Israel", disse Mona sobre os ataques israelenses contra a Síria. 


Efetivos da Marinha de Israel durante treinamentos, foto de arquivo
Militares da marinha de Israel © AP Photo/ Ariel Schalit

A jornalista diz que Israel ataca o país de Bashar Assad por meio do espaço aéreo do Líbano e também disputa com Beirute suas fronteiras marítimas.

Mona Alami acredita que os grupos oposição síria está praticamente acabados, mas a guerra civil na Síria pode "sair do controle". "A agressão turca na Síria, especialmente aquilo que é apoiado pela oposição, é muito perigosa porque não só estamos vendo uma intervenção direta de um poder regional, mas também estamos vendo um componente étnico que está opondo árabes contra curdos e isso poderá sair do controle", afirmou.

O conflito na Síria entrou no seu sétimo ano e já custou a vida de cerca de 400 mil pessoas.


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