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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Israel desrespeita a soberania da Síria e do Líbano, diz especialista

Israel claramente violou a soberania da Síria e do Líbano - e a comunidade internacional fica imóvel diante deste comportamento. Esta é a análise da jornalista Mona Alami, especialista em Oriente Médio.


Sputnik

"Sempre há uma condenação da comunidade internacional, mas nada é feito. Até se uma resolução [no Conselho de Segurança da ONU] for proposta, geralmente os Estados Unidos ficam do lado de Israel e bloqueiam, vetam qualquer coisa contra o comportamento de Israel", disse Mona sobre os ataques israelenses contra a Síria. 


Efetivos da Marinha de Israel durante treinamentos, foto de arquivo
Militares da marinha de Israel © AP Photo/ Ariel Schalit

A jornalista diz que Israel ataca o país de Bashar Assad por meio do espaço aéreo do Líbano e também disputa com Beirute suas fronteiras marítimas.

Mona Alami acredita que os grupos oposição síria está praticamente acabados, mas a guerra civil na Síria pode "sair do controle". "A agressão turca na Síria, especialmente aquilo que é apoiado pela oposição, é muito perigosa porque não só estamos vendo uma intervenção direta de um poder regional, mas também estamos vendo um componente étnico que está opondo árabes contra curdos e isso poderá sair do controle", afirmou.

O conflito na Síria entrou no seu sétimo ano e já custou a vida de cerca de 400 mil pessoas.


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