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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
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De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Japão assegura: criação norte-americana de pequenas ogivas nucleares é culpa da Rússia

O ministro das Relações Exteriores do Japão, Taro Kono, acredita que a elaboração norte-americana de ogivas nucleares de pequena potência seja causada pela produção de tecnologias parecidas por parte da Rússia.


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"É a Rússia quem está desestabilizando a comunidade nuclear mundial, promovendo elaboração e aplicação de pequenas ogivas nucleares", a agência de notícias Kyodo cita o ministro, que declarou isso na reunião do Comitê Orçamentário da Câmara Baixa do parlamento japonês.


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Taro Kono | Bloomberg

Kono voltou a apoiar a doutrina nuclear dos EUA, publicada na semana passada, que inclui elaboração de pequenas ogivas nucleares. "Foi a Rússia quem impulsionou elaboração dos EUA de ogivas nucleares de pequena potência", sublinhou o ministro.

Na semana passada, o Pentágono publicou a nova doutrina nuclear em que dedicou muita atenção ao desenvolvimento das forças nucleares russas. O Pentágono declarou que os esforços dos EUA serão dirigidos à elaboração de ogivas nucleares de pequena potência.

Além disso, a doutrina estipula que os EUA vão continuar a gastar na modernização das forças nucleares e desenvolvimento dos elementos da tríade nuclear (mísseis intercontinentais, submarinos estratégicos e bombardeiros).

Ao mesmo tempo, os EUA acusam a Rússia de violar os tratados sobre controle de armas e outros compromissos internacionais. Mas as acusações não param por aí, Washington acusou Moscou de estar ameaçando aplicar "o golpe nuclear limitado". De acordo com nova doutrina nuclear dos EUA, seus diplomatas poderão falar com posição de força.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia considera como maiores ameaças na nova doutrina norte-americana os projetos de elaboração de pequenas ogivas nucleares para mísseis de cruzeiro de posicionamento marítimo e de ogivas "simplificadas" para mísseis balísticos dos submarinos Trident II. Vale destacar que a doutrina norte-americana reduz ainda mais as restrições quanto ao uso de armas nucleares.

Além do mais, a Rússia está muito preocupada com a confiança dos militares norte-americanos em modelar conflitos precisos para uso de ogivas nucleares de pequena potência.


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