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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Líder do Hezbollah: EUA 'abandonarão' aliados curdos assim que for conveniente

O líder do Hezbollah comentou a visita do Secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, ao Líbano e à Turquia, durante a qual discutiu a disputa da fronteira marítima entre Líbano e Israel, bem como o apoio dos EUA às Forças Democráticas Sírias (FDS), compostas de forma predominante pelos curdos.


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Hassan Nasrallah, líder do movimento do Hezbollah, disse em um discurso nesta sexta-feira que Washington usa as facções curdas na Síria como "ferramentas" em uma batalha contra o legítimo governo sírio. Ele ressaltou que os EUA "abandonarão" seus aliados curdos assim que for conveniente.


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Hassan Nasrallah | Reprodução

Disputa de fronteira entre Líbano e Israel


Nasrallah comentou o conflito territorial entre Tel Aviv e Beirute sobre as fronteiras marítimas e a área rica em petróleo chamada bloco 9 no Mediterrâneo oriental. O político classificou o embate de "batalha por todo o Líbano".

Ele acrescentou que as autoridades libanesas deveriam assumir posição "firme e forte" em conversações sobre disputas com Israel.

"Somos fortes e devemos negociar [em conformidade]", disse ele na sequência do anúncio do presidente do parlamento libanês de que Beirute não concordou com a iniciativa proposta pelos EUA sobre o assentamento da fronteira israelita-libanesa.

Nasrallah também enfatizou que os EUA devem ouvir as demandas do Líbano, se quiserem que o Hezbollah fique longe de Israel.

Líbano e Israel tem se desentendido sobre possíveis depósitos de petróleo e de gás em águas disputadas nas proximidades da fronteira bilateral. As tensões aumentaram depois que Beirute anunciou em dezembro ter concedido a três empresas internacionais de petróleo e de gás o direito de começar a exploraração dos recursos.

O secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, visitou o Líbano em meio ao aumento das tensões. Ele disse que Washington "fará de tudo para ajudar" Israel e Líbano a alcançar um acordo sobre as fronteiras.


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