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China desenvolve 2 novos bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, diz inteligência americana

A Força Aérea da China, que já tem dois caças furtivos, está trabalhando em dois novos projetos de aviões furtivos de médio e longo alcance, informou um relatório da inteligência militar dos EUA.
Sputnik

Os fabricantes de aviões chineses estão envolvidos em dois projetos de bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, informou a edição Aviation Week, citando um relatório da Agência de Inteligência do Departamento de Defesa dos EUA.


A existência de um desses projetos, H-20 ou H-X, foi confirmada pela Força Aérea Chinesa em 2017. Entretanto, não foi divulgada nenhuma informação confiável sobre o segundo projeto.

De acordo com o Pentágono, o segundo projeto, designado JH-XX, envolve o desenvolvimento de um caça-bombardeiro de médio alcance. O avião será equipado com radar AESA, mísseis ar-ar e mísseis ar-terra. Os especialistas em inteligência militar estadunidense acreditam que essa aeronave entrará em serviço da Força Aérea chinesa não antes de 2025.

No desenvolvimento desses novos aviões de comba…

Marinha do Brasil descarta compra dos OPVs classe River Batch 1

A Marinha do Brasil (MB) descartou a possibilidade de ficar com os três navios-patrulha oceânicos (NaPaOc) classe River Batch I que estão sendo desativados na Marinha Real e foram oferecidos à Força Naval Brasileira.


Por Roberto Lopes | Poder Naval

Consultado anteontem por um e-mail do Poder Naval acerca de informações que circulavam nos meios eletrônicos do Reino Unido dando conta da compra dos navios pela MB, o Centro de Comunicação Social da Marinha (CCSM) respondeu, no começo da noite desta sexta-feira (23.02), de forma breve: “Em atenção à sua solicitação, a Marinha do Brasil, por meio da Diretoria de Gestão de Programas da Marinha, não confirma as informações apontadas no questionamento”.


Segundo informações publicadas nas redes sociais no Reino Unido, o HMS Clyde que possui convoo e será desativado em 2019, também foi ofertado ao Brasil

Este articulista apurou que a Marinha não chegou nem mesmo a elaborar um requerimento de detalhes sobre a classe de navios – construída na metade inicial dos anos de 2000 –, ou preparar uma “visita técnica” para concluir sobre as condições atuais dos navios.

As embarcações foram descartadas, de forma rápida, após a chamada “análise de conveniência” da compra das unidades.

Apesar de os barcos da classe River original, de 1.700 toneladas de deslocamento, serem unidades consideravelmente novas, a avaliação acerca delas foi fortemente prejudicada pela falta de um convés de voo no projeto da embarcação.

Na Marinha do Brasil, a avaliação de um meio se inicia no momento em que ele é oferecido à MB.

Depois vem a análise de conveniência para a Força. Em seguida o requerimento, por parte da MB, de detalhes sobre o navio e a visita técnica para apurar suas condições reais.

Só depois disso é que vem a etapa da negociação do preço e das condições de pagamento.

No caso dos classe River ofertados, a MB, na tarde de ontem, sexta-feira, entendeu, após análise da conveniência, que as unidades não atendem aos requisitos que ela define como indispensáveis para este caso, e descartou a aquisição.

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