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Oficial americano joga culpa para Israel pelo ataque às forças sírias

No domingo (17), a mídia síria relatou ataque ao povoado sírio Al-Harra, província de Deir ez-Zor, na fronteira com o Iraque, supostamente realizado pela coalizão internacional, liderada pelos EUA, tendo como alvo forças governamentais. Porém, um oficial americano culpou Israel pelo ataque.
Sputnik

Anteriormente, uma fonte militar relatou à mídia síria que drones "provavelmente americanos" bombardearam Al-Harra, entre Abu Kamal e Al-Tanf.

Segundo dados das Forças de Mobilização Popular iraquianas, o ataque matou 22 soldados iraquianos. O Observatório Sírio de Direitos Humanos, por sua vez, disse que o número total de vítimas corresponde a 52 pessoas, citado pelo Haaretz.

"Entre [os mortos] estão ao menos 30 militares iraquianos e 16 sírios, incluindo soldados e membros da milícia leal ao governo", afirmou à mídia o chefe do Observatório Sírio, Rami Abdel Rahman.

Comentando a notícia, o porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, Adrian Rankine-Galloway, descartou que W…

Marinha dos EUA: Pequim está militarizando mar do Sul da China com 7 novas bases

Pequim expandiu sua presença militar no mar do Sul da China ao construir sete novas bases, segundo afirmou nesta semana o chefe do Comando do Pacífico dos EUA ao Congresso.


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"No ano passado, a China ocupou as ilhas reclamadas do mar do Sul da China com hangares de aviões, quartéis militares e pistas estendidas ao ponto de a China ter sete bases operacionais na hidrovia internacional agitada", disse o almirante da Marinha estadunidense, Harry Harris.


Imagem de satélite mostrando o recife de Fiery Cross no arquipélago Spartly no mar do Sul da China, onde Pequim teria construído instalações em 2017, segundo o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS)
Recife de Fiery Cross no arquipélago Spartly no Mar do Sul da China © AP Photo/ Iniciativa de Transparência Marítima da Ásia do CSIS/DigitalGlobe

Além de hangares e quartéis, as instalações chinesas compreendem radares, armazéns de armas e pistas de 3 quilômetros, acrescentou.

Segundo o almirante, o exército chinês está rapidamente alcançando os EUA "em quase todas as áreas".

A China "está tentando afirmar de fato a soberania quanto aos elementos marítimos disputados militarizando ainda mais suas bases", comentou Harris.

Anualmente, através do mar do Sul da China passam mercadorias no valor de trilhões de dólares. Ilhotas e certas regiões da via marítima são disputadas por vários países, dentre eles China, Brunei, Vietnã, Taiwan, Malásia e Filipinas.

Pequim "está utilizando seu poder econômico e militar para minar a ordem internacional aberta e livre", opina o almirante norte-americano.

A China, porém, não é o único país a aumentar sua presença militar na região. O chanceler russo, Sergei Lavrov, advertiu que a presença militar crescente dos próprios Estados Unidos na área pode causar confrontos.

"Acho que é um jogo perigoso. Os EUA estão olhando não apenas para a Coreia do Norte, embora justifique sua presença militar através da questão norte-coreana, mas também para o mar do Sul da China onde Pequim está negociando com a Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) a resolução de assuntos relacionados aos territórios disputados", explicou.

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