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Quem vai receber 'resposta esmagadora' do Irã pelo atentado em Ahvaz?

No sábado (22), militantes armados abriram fogo contra uma parada militar na cidade de Ahvaz, matando 29 pessoas e ferindo outras 60. O Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica, que perdeu 12 de seus militares no atentado, prometeu que o Irã daria uma "resposta esmagadora" aos envolvidos no ataque. Mas de quem Teerã irá se vingar?
Sputnik

A responsabilidade pelo atentado foi assumida pelo Movimento Democrático Patriótico Árabe de Ahvaz (Al-Ahvazia), ligado à Arábia Saudita.

O líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, comentando a tragédia, afirmou que os atacantes receberam dinheiro da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos e que tinham sido apoiados pelos EUA.

Ex-chefe do Conselho de Cultura da administração presidencial iraniana, doutor Abbas Amirifar, acredita que por trás do ataque em Ahvaz estão países do Ocidente que "têm uma atitude hostil perante o Irã".

"Vale destacar que os terroristas que disseram estar envolvidos no atentado instalaram-se no Oc…

Militar ucraniano mata seu colega em Donbass

Um militar ucraniano, ao manipular sua arma, matou um colega em uma das unidades militares posicionada em Donbass, informou na segunda (19) o centro de imprensa das Forças Armadas da Ucrânia através do Facebook.


Sputnik

"De acordo com informações preliminares, no dia 18 de fevereiro, como resultado de manuseio descuidado de uma arma, um militar feriu seu colega. A vítima do ferimento foi imediatamente socorrida no local e transferida para o hospital militar. Infelizmente, os médicos não conseguiram salvar o militar", informa o comunicado.


Militares ucranianos em Donbass, 5 de fevereiro de 2017
Militares ucranianos em Donbass © AFP 2018/ Aleksey FILIPPOV

Segundo o centro de imprensa, representantes do serviço judicial militar das Forças Armadas da Ucrânia estão investigando as causas e circunstâncias do ocorrido.

Em abril de 2014, a Ucrânia iniciou uma operação militar nas províncias orientais de Donetsk e Lugansk, onde foram proclamadas repúblicas populares em resposta ao violento golpe de Estado que ocorreu em Kiev em fevereiro do mesmo ano. Segundo estimativas da ONU, desde o início da crise, as hostilidades resultaram em cerca de 10.100 mortes.


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