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Oficial americano joga culpa para Israel pelo ataque às forças sírias

No domingo (17), a mídia síria relatou ataque ao povoado sírio Al-Harra, província de Deir ez-Zor, na fronteira com o Iraque, supostamente realizado pela coalizão internacional, liderada pelos EUA, tendo como alvo forças governamentais. Porém, um oficial americano culpou Israel pelo ataque.
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Anteriormente, uma fonte militar relatou à mídia síria que drones "provavelmente americanos" bombardearam Al-Harra, entre Abu Kamal e Al-Tanf.

Segundo dados das Forças de Mobilização Popular iraquianas, o ataque matou 22 soldados iraquianos. O Observatório Sírio de Direitos Humanos, por sua vez, disse que o número total de vítimas corresponde a 52 pessoas, citado pelo Haaretz.

"Entre [os mortos] estão ao menos 30 militares iraquianos e 16 sírios, incluindo soldados e membros da milícia leal ao governo", afirmou à mídia o chefe do Observatório Sírio, Rami Abdel Rahman.

Comentando a notícia, o porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, Adrian Rankine-Galloway, descartou que W…

Missão de destróieres estadunidenses no mar Negro: 'quem planejam proteger e de quem?'

As ações tomadas pelos EUA provocaram tensões na região, agravando ainda mais a situação. O deputado russo explica quais são as reais razões de tal comportamento.


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Em 17 de fevereiro o destróier estadunidense USS Carney entrou em águas do mar Negro com o objetivo de "realizar operações para garantir a segurança no mar", bem como "aumentar a estabilidade regional, a prontidão de combate e as capacidades da frota dos países da OTAN e aliados".


Destróier com mísseis teleguiados USS Carney  (foto de arquivo)
Destróier da US Navy, USS Carney © AFP 2018/ FELIX GARZA/Marinha dos EUA

"Com suas provocações, EUA estão buscando uma reação de resposta que poderia servir de pretexto para realizar ações mais sérias junto com seus aliados", opina o vice-presidente do Comitê de Segurança e Defesa da Duma de Estado (câmara baixa do parlamento russo), Yuri Shvytkin.

Entretanto, o deputado assegurou que as ações estadunidenses provocaram tensões na região, apesar de Washington ter afirmado que a resolução de enviar mais um navio ao mar Negro é decisão "preventiva, não reativa".

De acordo com Skvytkin, os EUA consideram a presença do USS Carney no mar Negro como "necessária" para realizar suas missões navais de segurança. Porém, tais explicações provocam ainda mais perguntas. Em particular: "Quem planejam proteger [os destróieres] e de quem?".

O funcionário opina que os Estados Unidos "estão agravando a situação" porque agora já dois de seus navios se encontram na região.

"Até o momento não respondemos, mas temos poder e recursos suficientes para usá-los em caso de qualquer provocação", concluiu.

O USS Ross pertence à classe Arleigh Burke e está equipado com mísseis de cruzeiro Tomahawk, mísseis antiaéreos e mísseis anti-submarino. Em abril de 2017, o USS Ross participou no bombardeio com mísseis Tomahawk do aeródromo sírio de Shayrat, controlado pelas forças governamentais. No total, naquela operação foram disparados 59 mísseis.

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