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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Missão de destróieres estadunidenses no mar Negro: 'quem planejam proteger e de quem?'

As ações tomadas pelos EUA provocaram tensões na região, agravando ainda mais a situação. O deputado russo explica quais são as reais razões de tal comportamento.


Sputnik

Em 17 de fevereiro o destróier estadunidense USS Carney entrou em águas do mar Negro com o objetivo de "realizar operações para garantir a segurança no mar", bem como "aumentar a estabilidade regional, a prontidão de combate e as capacidades da frota dos países da OTAN e aliados".


Destróier com mísseis teleguiados USS Carney  (foto de arquivo)
Destróier da US Navy, USS Carney © AFP 2018/ FELIX GARZA/Marinha dos EUA

"Com suas provocações, EUA estão buscando uma reação de resposta que poderia servir de pretexto para realizar ações mais sérias junto com seus aliados", opina o vice-presidente do Comitê de Segurança e Defesa da Duma de Estado (câmara baixa do parlamento russo), Yuri Shvytkin.

Entretanto, o deputado assegurou que as ações estadunidenses provocaram tensões na região, apesar de Washington ter afirmado que a resolução de enviar mais um navio ao mar Negro é decisão "preventiva, não reativa".

De acordo com Skvytkin, os EUA consideram a presença do USS Carney no mar Negro como "necessária" para realizar suas missões navais de segurança. Porém, tais explicações provocam ainda mais perguntas. Em particular: "Quem planejam proteger [os destróieres] e de quem?".

O funcionário opina que os Estados Unidos "estão agravando a situação" porque agora já dois de seus navios se encontram na região.

"Até o momento não respondemos, mas temos poder e recursos suficientes para usá-los em caso de qualquer provocação", concluiu.

O USS Ross pertence à classe Arleigh Burke e está equipado com mísseis de cruzeiro Tomahawk, mísseis antiaéreos e mísseis anti-submarino. Em abril de 2017, o USS Ross participou no bombardeio com mísseis Tomahawk do aeródromo sírio de Shayrat, controlado pelas forças governamentais. No total, naquela operação foram disparados 59 mísseis.

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