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Israel prende o governador palestino de Jerusalém

Motivo da detenção foram crimes cometidos na Cisjordânia ocupada, segundo a Organização para a Libertação da Palestina.
France Presse

Israel prendeu o governador palestino de Jerusalém por crimes que teria cometido na Cisjordânia ocupada, que não foram especificados, informou a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

O governador Adnan Gheith foi detido no sábado (20) à noite no bairro palestino de Beit Hanina, em Jerusalém Oriental, ocupada e anexada por Israel. Será apresentado a um tribunal dentro de quatro dias, afirma a OLP em um comunicado.

Para o dirigente da OLP Saeb Erakat, a detenção é "um novo passo contra a presença palestina em Jerusalém" e constitui uma violação da legislação israelense a respeito das instituições palestinas da cidade.

"As ameaças contra dirigentes palestinos, sua detenção, inclusive o 'sequestro' do governador Gheith, são parte de um plano que pretende sufocar todas as bases de uma solução política com dois Estados e com as f…

Mísseis de Israel teriam atingido alvo perto da capital síria

De acordo com a agência estatal síria SANA, o sistema de defesa aérea do país respondeu a um ataque israelense perto de Damasco. Por parte da Síria, o ato foi qualificado como "agressão".


Sputnik

As Forças de Defesa de Israel ainda não comentaram as informações, contudo, a edição Haaretz comunicou, citando suas fontes, que os mísseis de Israel atingiram um centro de investigação na cidade de Jamraya, localizado ao norte de Damascos. 


Um soldado israelense vigiando a linha de demarcação que separa o território sírio e israelense
Militar israelense na fronteira com a Síria © AFP 2018/ AHMAD GHARABLI

No entanto, a agência estatal síria SANA, citada pela AP, informou que o ataque foi repelido pelo sistema de defesa aérea do país.

Posteriormente, na Internet apareceu um vídeo da suposta intercepção do míssil israelense.

Por enquanto, não foi reportado sobre vítimas do ataque ou danos físicos.

Os veículos da mídia informam, citando publicações nas redes sociais, que pela manhã de quarta-feira (7) se ouviram três explosões perto de Damasco.

O último incidente aconteceu após o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu ter realizado uma visita às Colinas de Golã, área disputada por Damasco e Tel Aviv, e examinou a fronteira com a Síria, advertindo os inimigos de Israel. Durante a visita, o premiê afirmou: "Estamos procurando a paz, mas estamos preparados para qualquer cenário e eu não sugeriria a ninguém que nos teste".

As ações de Netanyahu provocaram uma forte condenação por parte da ONU.

Não é pela primeira vez que as forças de Israel atacam áreas perto de Damasco. Assim, em dezembro, a aviação israelense atingiu alvos perto da capital síria. Em resposta, a Síria lançou mísseis contra aviões das Forças de Defesa de Israel.

Tel Aviv e Damasco, que nunca assinaram um tratado de paz, trocam repetidamente tiros nas áreas fronteiriças. O último incidente militar havia ocorrido no início de janeiro, quando o exército sírio repeliu três ataques de mísseis lançados por Israel contra uma área nos subúrbios de Damasco.

As autoridades de Israel reconheceram em diversas ocasiões os ataques da aviação do país contra alvos na Síria, justificando suas ações com alegada ameaça do movimento libanês Hezbollah, considerado terrorista por Tel Aviv.


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