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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Moscou: russos feridos na Síria não eram militares

Em um dos últimos confrontos militares na Síria, dezenas de cidadãos russos ficaram feridos, mas não se trata de militares, afirma comunicado da chancelaria russa.


Sputnik

"Como já foi destacado, na Síria estão cidadãos russos, que partiram para lá voluntariamente e com vários objetivos. Não é responsabilidade do Ministério do Exterior avaliar legitimidade de tais decisões", diz o comunicado.


O edifício do Ministério das Relações Exteriores russo na Praça Smolenskaya-Sennaya, em Moscou
Ministério das Relações Exteriores da Rússia em Moscou © Sputnik/ Natalia Seliverstova

"Contudo, levando em consideração que se trata de cidadãos russos que estão no exterior, há de destacar o seguinte: durante último confronto, que não contou com nenhuma participação dos militares russos e não foi usado armamento orgânico, foram mortos cidadãos russos e dos países da CEI. Há várias dezenas de feridos. Todos eles receberam ajuda necessária para poderem voltar à Rússia, onde, pelo o que se sabe, eles estão recebendo assistência médica", acrescentaram no MRE russo.

Na madrugada de 8 de fevereiro, a coalizão liderada pelos EUA atacou milícias sírias, que estavam realizando operação contra "célula dormente" do Daesh, grupo terrorista, proibido na Rússia. Como resultado, foram feridas 25 pessoas. Os EUA declararam morte de "centenas", inclusive morte de russos.

O Kremlin, comentando o assunto, declarou que não dispõem de dados sobre russos na Síria que não são militares.

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