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Quem vai receber 'resposta esmagadora' do Irã pelo atentado em Ahvaz?

No sábado (22), militantes armados abriram fogo contra uma parada militar na cidade de Ahvaz, matando 29 pessoas e ferindo outras 60. O Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica, que perdeu 12 de seus militares no atentado, prometeu que o Irã daria uma "resposta esmagadora" aos envolvidos no ataque. Mas de quem Teerã irá se vingar?
Sputnik

A responsabilidade pelo atentado foi assumida pelo Movimento Democrático Patriótico Árabe de Ahvaz (Al-Ahvazia), ligado à Arábia Saudita.

O líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, comentando a tragédia, afirmou que os atacantes receberam dinheiro da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos e que tinham sido apoiados pelos EUA.

Ex-chefe do Conselho de Cultura da administração presidencial iraniana, doutor Abbas Amirifar, acredita que por trás do ataque em Ahvaz estão países do Ocidente que "têm uma atitude hostil perante o Irã".

"Vale destacar que os terroristas que disseram estar envolvidos no atentado instalaram-se no Oc…

Moscou: russos feridos na Síria não eram militares

Em um dos últimos confrontos militares na Síria, dezenas de cidadãos russos ficaram feridos, mas não se trata de militares, afirma comunicado da chancelaria russa.


Sputnik

"Como já foi destacado, na Síria estão cidadãos russos, que partiram para lá voluntariamente e com vários objetivos. Não é responsabilidade do Ministério do Exterior avaliar legitimidade de tais decisões", diz o comunicado.


O edifício do Ministério das Relações Exteriores russo na Praça Smolenskaya-Sennaya, em Moscou
Ministério das Relações Exteriores da Rússia em Moscou © Sputnik/ Natalia Seliverstova

"Contudo, levando em consideração que se trata de cidadãos russos que estão no exterior, há de destacar o seguinte: durante último confronto, que não contou com nenhuma participação dos militares russos e não foi usado armamento orgânico, foram mortos cidadãos russos e dos países da CEI. Há várias dezenas de feridos. Todos eles receberam ajuda necessária para poderem voltar à Rússia, onde, pelo o que se sabe, eles estão recebendo assistência médica", acrescentaram no MRE russo.

Na madrugada de 8 de fevereiro, a coalizão liderada pelos EUA atacou milícias sírias, que estavam realizando operação contra "célula dormente" do Daesh, grupo terrorista, proibido na Rússia. Como resultado, foram feridas 25 pessoas. Os EUA declararam morte de "centenas", inclusive morte de russos.

O Kremlin, comentando o assunto, declarou que não dispõem de dados sobre russos na Síria que não são militares.

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