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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Moscou se mostra 'desiludida' com nova doutrina nuclear dos EUA

Hoje (3), o Ministério das Relações Exteriores da Rússia comentou a nova doutrina nuclear estadunidense, aprovada na sexta-feira passada, sublinhando que esta provoca "desilusão profunda", com um "caráter antirrusso saltando aos olhos".


Sputnik

Ademais, a chancelaria russa assegurou que as acusações contra Moscou expostas no documento não têm nada a ver com a realidade, enquanto todos os apelos às "relações estáveis" e disponibilidade para a cooperação construtiva refletidos no mesmo texto são uma manifestação de "hipocrisia".


O edifício do Ministério das Relações Exteriores russo na Praça Smolenskaya-Sennaya, em Moscou
Ministério das Relações Exteriores da Rússia em Moscou © Sputnik/ Natalia Seliverstov

"O conteúdo da nova doutrina nuclear, publicada nos EUA em 2 de fevereiro, provocou nossa profunda desilusão. Logo à primeira vista saltam aos olhos o grau de confrontação e o caráter antirrusso deste documento. Infelizmente, estamos obrigados a constatar que os EUA justificam sua política de desenvolvimento nuclear em grandes proporções pelas referências à modernização russa das forças nucleares e ao alegado aumento do papel das armas nucleares das doutrinas russas. Acusam-nos de baixar o limite de uso dos armamentos nucleares e algumas 'estratégias agressivas", lê-se no comunicado da chancelaria.

Para o ministério russo, Washington está pondo em questão o direito à autodefesa da Rússia em situações críticas do ponto de vista da existência de Estado.

"Recentemente, tais lugares-comuns sem fundamento têm sido usados por Washington sem pausas. Consideramos isto como uma tentativa pouco conscienciosa de atribuir aos outros sua própria responsabilidade pela degradação da situação no campo da segurança internacional e regional e o desequilíbrio dos mecanismos de controle das armas, que foi precisamente o resultado de uma série de passos irresponsáveis por parte dos EUA", resume a entidade diplomática russa na sua mensagem.

O comunicado da chancelaria russa destaca a preocupação do país com a abordagem norte-americana do uso das armas nucleares que, em opinião de Moscou, "não se limita apenas a cenários de guerra".

Os EUA continuam a manter e até modernizar as armas táticas nucleares no território europeu, instalando-as perto da fronteira russa, enquanto buscam pretextos para acusar o Kremlin de compostura agressiva, intervenções e violações de acordos na respectiva área, adianta o documento.

"Claro que teremos que tomar em consideração as abordagens adotadas por Washington e empreender as medidas necessárias para garantir nossa própria segurança", publicou o ministério.

Nesta sexta-feira (2), o Pentágono publicou sua nova doutrina nuclear, onde prestou muita atenção ao desenvolvimento das forças nucleares russas. Entre outras ameaças possíveis à sua segurança nacional os EUA enumeraram a Coreia do Norte, o Irã e a China.

A entidade militar estadunidense anunciou que seus esforços se focariam na produção de ogivas nucleares de baixa potência.

Ademais, a doutrina diz que o Pentágono continuará gastando meios com a modernização das forças nucleares e o desenvolvimento dos elementos da "tríade nuclear" (mísseis intercontinentais e submarinos e bombardeiros estratégicos). Enquanto isso, frisa-se que em geral os EUA estão a favor da redução das armas nucleares, mas criticam o acordo apresentado na ONU sobre a sua proibição completa, pois este não corresponde à agenda atual.


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