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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
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De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

'Norte-americanos se permitem bombardear qualquer coisa na Síria'

De acordo com o canal ABC, durante os bombardeamentos da coalizão, liderada pelos EUA, morreram cerca de cem militares das forças governamentais sírias. O analista Stanislav Byshok, em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, expressou opinião de que os norte-americanos continuam apoiando a oposição na Síria.


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A informação foi divulgada pelo canal de televisão ABC.

Segundo declarou um funcionário norte-americano, que preferiu manter anonimato, os ataques aéreos e o apoio da artilharia visaram repelir o ataque. Para ele, o ataque contra o Estado-Maior General das Forças Democráticas da Síria a leste do Eufrates foi coordenadíssimo e contou com participação tanto da artilharia como de tanques T-54 e T-72.


Caça norte-americano F-22 Raptor
F-22 Raptor dos EUA © flickr.com/ Airman Magazine

O analista da Organização Internacional de Monitoramento CIS-EMO, Stanislav Byshok, em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, disse que os norte-americanos continuam apoiando as forças de oposição na Síria:

"O discurso dos norte-americanos de que Assad [presidente da Síria] deve deixar o poder foi reduzido a zero, ou, mais precisamente, foi substituído por 'Assad deve sair, mas um pouco mais tarde'. Mas isso não significa que tenham assumido compromisso de não atacar o exército sírio. A guerra civil lenta continua com os norte-americanos participando do lado das forças de oposição."

Para ele, como os EUA possuem um volumoso orçamento militar, eles se sentem no direito de bombardear qualquer coisa e travar ações caóticas na Síria. Ainda mais porque eles sabem que suas reservas de armas serão restauradas muito rapidamente, concluiu o especialista.


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