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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

OTAN lança projeto para fortalecer a Defesa da Jordânia

A Organização do Tratado do Atlântico Norte, OTAN, lançou hoje um projeto para aumentar as capacidades de defesa e gestão de crise do Reino Haxemita da Jordânia, segundo informou a própria aliança por meio de um comunicado.


Sputnik

"O projeto de três anos ajudará o Centro Nacional de Segurança e Gerenciamento de Crise da Jordânia a atingir a capacidade operacional total e aumentará a capacidade da Jordânia em resiliência nacional, continuidade do governo e gerenciamento de crises", diz a nota da OTAN.


O secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, segura um martelo cerimonial antes de uma reunião entre os ministros da Defesa do bloco e o da Geórgia, em Bruxelas, em 16 de fevereiro de 2017
© REUTERS/ Francois Lenoir

Ainda de acordo com o comunicado, o fortalecimento da parceria da organização com Amã está sendo possível graças a contribuições de quatro Estados-membros do bloco: Holanda, Alemanha, Noruega e Turquia.

A Jordânia é um dos países citados pelo Wall Street Journal, no ano passado, em reportagem sobre a formação de uma possível coalizão árabe para cooperar com os Estados Unidos e Israel para conter a influência do Irã no Oriente Médio. A ideia teria sido apresentada pelo governo de Donald Trump e contaria ainda, pelo menos, com Arábia Saudita, Emirados Árabes e Egito.


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