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Expansão da OTAN na Europa é uma 'relíquia da Guerra Fria', diz Putin

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse em entrevista à imprensa sérvia publicada nesta quarta-feira (horário local) que a Rússia não quer uma nova corrida armamentista.
Sputnik

"Não vamos fechar os olhos ao desdobramento de mísseis de cruzeiro dos EUA [na Europa] e sua ameaça direta à nossa segurança. Teremos que tomar medidas eficazes de retaliação. Mas como país responsável e sensato, a Rússia não está interessada em uma nova corrida armamentista", afirmou.


Segundo o presidente russo, Moscou enviou em dezembro a Washington algumas propostas sobre a manutenção do Tratado INF. Além disso, Putin destacou que a Rússia está pronta para um diálogo sério com os Estados Unidos sobre toda a agenda estratégica.

No entanto, os Estados Unidos parecem ter uma política de "desmantelamento" em relação ao controle global de armas, acrescentou o presidente russo.

Durante a entrevista aos meios de comunicação sérvios, Putin também instou os parceiros ocidentais a estabelecer um …

OTAN lança projeto para fortalecer a Defesa da Jordânia

A Organização do Tratado do Atlântico Norte, OTAN, lançou hoje um projeto para aumentar as capacidades de defesa e gestão de crise do Reino Haxemita da Jordânia, segundo informou a própria aliança por meio de um comunicado.


Sputnik

"O projeto de três anos ajudará o Centro Nacional de Segurança e Gerenciamento de Crise da Jordânia a atingir a capacidade operacional total e aumentará a capacidade da Jordânia em resiliência nacional, continuidade do governo e gerenciamento de crises", diz a nota da OTAN.


O secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, segura um martelo cerimonial antes de uma reunião entre os ministros da Defesa do bloco e o da Geórgia, em Bruxelas, em 16 de fevereiro de 2017
© REUTERS/ Francois Lenoir

Ainda de acordo com o comunicado, o fortalecimento da parceria da organização com Amã está sendo possível graças a contribuições de quatro Estados-membros do bloco: Holanda, Alemanha, Noruega e Turquia.

A Jordânia é um dos países citados pelo Wall Street Journal, no ano passado, em reportagem sobre a formação de uma possível coalizão árabe para cooperar com os Estados Unidos e Israel para conter a influência do Irã no Oriente Médio. A ideia teria sido apresentada pelo governo de Donald Trump e contaria ainda, pelo menos, com Arábia Saudita, Emirados Árabes e Egito.


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