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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Parlamentares russos podem vir a saber origem do projétil disparado contra Su-25 na Síria

As forças especiais sírias estão operando no local onde a Força Aeroespacial da Rússia eliminou um grupo de terroristas e de onde tinha sido lançado o projétil que derrubou o caça Su-25 russo em Idlib, comunicou um deputado russo.


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"Caso sejam detectados os elementos deste complexo de defesa antiaérea, já nos próximos dias descobriremos pelas inscrições e origens de onde é que veio e de qual a fábrica, digamos, que o fez chegar lá", afirmou à Sputnik Viktor Vodolatsky, deputado do partido Rússia Unida.


Piloto entra no caça Su-25 na base aérea Hmeymim (foto de arquivo)
Piloto e um Sukhoi Su-25 © Sputnik/ Vadim Grishankin/Assessoria de imprensa do Ministério da Defesa da Rússia

O parlamentar ainda adiantou que a aviação russa está apoiando a operação das forças sírias no terreno.

Outro parlamentar russo, Igor Morozov, veterano do Serviço de Inteligência Externo, sugeriu que o complexo de defesa antiaérea em questão poderia ter ido parar às mãos dos terroristas após ser contrabandeado de um armazém ucraniano onde ocorreu um forte incêndio em setembro.

"No outono, no armazém militar em Kalinovka, na Ucrânia, teve lugar um incêndio com consequências tão catastróficas que até os altos oficial ucranianos não descartaram que este tivesse sido organizado para abafar o roubo de centenas de armamentos e para que estes depois, sem que as autoridades ucranianas soubessem, chegassem aos terroristas sírios através de diferentes entregas contrabandeadas", disse Morozov.

Entretanto, o político adiantou que o armamento também poderia ter sido roubado dos armazéns militares da OTAN em algum dos países da Europa de Leste.

Morozov frisou, além do mais, que na sequência do recente ataque terrorista contra o caça russo, os militares do país terão que modificar completamente todas as táticas de voo, ou seja, voar a altitudes maiores.

No sábado (3), um caça Su-25 russo foi derrubado na província síria de Idlib. Informa-se que o piloto da aeronave conseguiu se catapultar, mas acabou por morrer durante o combate com os terroristas.

Mais tarde, o Ministério da Defesa da Rússia comunicou que, em resultado de um ataque de alta precisão contra uma área controlada pelos militantes da Frente al-Nusra, de onde tinha sido disparado o projétil, foram eliminados 30 terroristas. Os terroristas desta organização haviam reivindicado o ataque contra o avião.

O Centro russo para a Reconciliação na Síria, junto com os representantes da Turquia, responsável pela zona de desescalada de Idlib, estão tomando medidas para reaver o corpo do militar morto.


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