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Águas 'quentes' da Síria: fragata russa persegue submarino nuclear dos EUA

Durante sua última missão no mar Mediterrâneo em abril passado, a fragata Admiral Essen da Marinha russa conseguiu detectar e perseguir um submarino nuclear dos EUA perto da costa síria. Essa informação foi só agora tornada pública.
Sputnik

A fragata Admiral Essen, pertencente à Frota do Mar Negro, perseguiu o submarino estadunidense da classe Ohio durante mais de duas horas, comunica o jornal russo Izvestiya, citando o Estado-Maior da Marinha russa.

A tripulação do navio russo registrou os parâmetros principais do submarino para, em seguida, os adicionar ao retrato acústico do submersível.

A fragata havia partido para o mar Mediterrâneo em março e regressou à base de Sevastopol no fim de junho. Encontrava-se na zona costeira síria quando os EUA, o Reino Unido e a França atacaram a Síria com mísseis.

Além disso, no decurso da missão, a sua tripulação realizou uma série de manobras táticas. Em particular, treinou ataques contra alvos marítimos e aéreos, combate em grupo e isolado, bem como…

Pentágono: presença russa na Síria impede luta dos EUA contra terrorismo

O Departamento de Defesa dos EUA acredita que a presença russa na Síria torna mais difícil a luta dos EUA contra o Daesh (organização terrorista proibida em vários países, incluindo a Rússia).


Sputnik

Segundo indica o relatório do inspetor-geral do Pentágono, as forças norte-americanas enfrentam muitos obstáculos no combate ao terrorismo na Síria por causa da atividade militar russa.


Marinhos russos e sírios realizam ensaios conjuntos no porto de Tartus
Militares russos na Síria © Sputnik/ Dmitriy Vinogradov

No documento, os militares norte-americanos analisaram as ações das Forças Armadas da Rússia no território sírio de outubro a dezembro de 2017.

Em particular, o Pentágono destacou mais uma vez as "manobras perigosas" dos aviões russos efetuadas nas proximidade de aeronaves de combate estadunidenses.

Ao mesmo tempo, o Pentágono indica que atividade dos militares russos provocou o "aumento de risco de ataques não premeditados".

O Ministério da Defesa russo, em sua vez, declarou que a maioria das aproximações entre aviões russos e estadunidenses está relacionada com as tentativas dos EUA de impedir a eliminação de terroristas.

Ademais, o Departamento de Defesa norte-americano expressou preocupação quanto aos apelos de Moscou e Damasco à coalizão internacional liderada pelos EUA para que termine a operação militar na Síria.

Nessa conexão, os militares estadunidenses supõem que a coalizão será sujeita a pressão por meio dos canais diplomáticos ou militares. Segundo eles, o objetivo dessa medida é pôr fim à operação militar no território sírio.

Em 2014, a coalizão internacional liderada pelos EUA iniciou a operação militar na Síria sem permissão oficial de Damasco. O Conselho da Segurança da ONU também não aprovou as ações militares dos EUA no país.

No entanto, o chefe do Pentágono, James Mattis, assegura que a presença militar das tropas estadunidenses na Síria é legal, visto que a ONU havia aprovado antes uma resolução dedicada à luta contra o Daesh.


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