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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

Pequim nega que esteja movendo tropas e escudos anti-mísseis para fronteira norte-coreana

O Ministério chinês da Defesa Nacional negou que as tropas do Exército Popular de Libertação estejam sendo transferidas para a fronteira China-Coreia do Norte em possíveis preparativos de guerra.


Sputnik

"Essas reportagens não são verdadeiras", negou o escritório de informações do Ministério em declaração à imprensa.


In this photo released by Xinhua News Agency, Chinese President Xi Jinping stands on a military jeep as he inspects troops of the People's Liberation Army during a military parade to commemorate the 90th anniversary of the founding of the PLA at Zhurihe training base in north China's Inner Mongolia Autonomous Region, Sunday, July 30, 2017
Presidente chinês Xi Jinping passando a tropa em revista © AP Photo/ Li Tao/Xinhua

O jornal sul-coreano Chosun Ilbo informou na segunda-feira que cerca de 30 mil soldados chineses foram transferidos para a fronteira após se prepararem para uma possível guerra. Novos sistemas de defesa contra mísseis também estariam sendo implantados "próximos aos reservatórios norte-coreanos pelos rios Apnok e Duman". O Gabinete de Informação do Ministério da Defesa da China negou ambas as alegações.

A reportagem do Chosun Ilbo baseou-se em informações obtidas durante entrevista com uma fonte do alto-escalão da Coreia do Norte. A fonte disse que as implantações começaram no final de 2017. "As tropas chinesas na área da fronteira poderiam ser varridas se o Norte derrubasse as margens dos reservatórios ou fossem destruídos por mísseis ou ataques aéreos", relatou Chosun Ilbo.

"Esperamos que a tensão seja aliviada ea paz e a estabilidade sejam garantidas na península coreana",completa o comunicado.

Posição controversa


Se autoridades diplomáticas negam as alegações da mídia estrangeira, internamente a situação não é a mesma. O PLA Daily, considerado o jornal porta-voz da Defesa chinesa, publicou um artigo em que alertava: "a guerra não está longe de nós".

"As situações regionais em torno da China são complexas e instáveis e os perigos estão escondidos sob a paz. A China não pode pagar por um fracasso militar, por isso devemos estar plenamente conscientes das possíveis crises e estar preparados para a batalha o tempo todo", acrescentou o principal jornal militar do país", afirmava o texto

O jornal sul-coreano Daily NK já noticiava desde o início do ano quanto a presença de dezenas de caminhões militares descobertos a caminho da fronteira norte-coreana. Os civis ficaram aparentemente atordoados pelo tamanho do comboio que passou pela Província de Yanji em direção à fronteira norte-coreana. Os carros viajaram à noite para não chamar atenção.

"Havia tantos caminhões que causou congestionamento na estrada. Nunca houve uma situação como essa antes de onde tantos caminhões estiveram presentes na área de Yanji perto da fronteira", disse o Daily NK citando uma fonte.


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