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Mídia europeia explica como sistema russo S-400 se tornou 'hit de exportações'

Os sistemas russos de defesa antiaérea S-400 têm gerado cada vez mais interesse por parte dos outros países e se tornaram mesmo um "hit de exportações" no mercado internacional de armamentos, opina a mídia alemã.
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Segundo escreveu o jornal Die Welt, a China adquiriu este sistema em janeiro deste ano, a Turquia irá recebê-lo no ano que vem e, em outubro passado, a Índia passou também a estar entre os importadores desta arma, assinando um contrato no valor de mais de 5 bilhões de dólares (quase 19 bilhões de reais) com a empresa estatal russa de exportação de armas.


Em opinião dos especialistas citados pela edição, no que tange às características técnicas, os complexos S-400 superam os análogos norte-americanos. Em particular, os S-400 são capazes de eliminar alvos diferentes em altitudes de até 30 quilômetros, em um raio de 400 quilômetros, podendo ser equipados com mísseis de alcances diferentes.

Já o conhecido sistema norte-americano Patriot, instalado inclusive na Europ…

Piloto do 2º Su-35 conta como ele cobriu colega abatido por terroristas na Síria

O ala da patrulha de aviões de assalto SU-25SM liderada por Roman Filipov contou os detalhes do combate com os terroristas em que o major Filipov perdeu a vida, escreve o jornal do Ministério da Defesa da Rússia, Krasnaya Zvezda.


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"Sua voz não tremeu quando eu o avisei: 'Estão te atacando! Sai daí! Arfa, arfa! Manobra!'", contou o piloto. Segundo ele, Filipov respondeu calmamente: "Fui atingido… Atingido a sério… Fogo no motor direito… Vou para sul… O esquerdo também está parando… Chama a equipe de busca e resgate."


Su-25 abatido na Síria
Sukhoi Su-25 abatido na Síria © REUTERS/ Social Media

"Depois se seguiram as últimas palavras: 'Vai para as nuvens'", acrescentou o ala de Filipov. "Mas claro que eu não fui. Abandonar o comandante é a última coisa", sublinhou.

O piloto explicou que o voo sobre a zona de desescalada de Idlib é uma tarefa rotineira, mas de combate. Lá, nas áreas controladas pelos terroristas da Frente al-Nusra (organização proibida na Rússia), há regularmente tiroteios desordenados com morteiros e armas ligeiras. Esta missão era de combate.

"Quando o sistema portátil de mísseis antiaérea disparou contra o aparelho do comandante, todas convenções foram jogadas fora. Sempre dei cobertura ao comandante no ar, tinha que o fazer quando ele estava no solo, quando já entrou em combate. Fiquei nesta área e realizei vários ataques contra veículos que estavam se aproximando do olival onde Roman estava. Destruí dois carros", disse o piloto.

Ao mesmo tempo, ele continuou transmitindo as coordenadas para o posto de comando e chamando o serviço de busca e resgate. "Vi o local onde o comandante aterrissou, mas não vi o próprio combate… era crepúsculo… Tive que me retirar com a reserva de combustível suficiente apenas para chegar até o aeródromo", resumiu.

Filipov foi atacado com um sistema de mísseis antiaéreos enquanto pilotava um Su-25 sobre a zona de desescalada de Idlib. A região ainda está controlada por terroristas. Ao ser atingido, o piloto conseguiu se ejetar e ficou cercado por terroristas. Filipov não quis se render e se fez explodir com uma granada. Ele recebeu o título de Herói da Rússia, o mais honroso do país.


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