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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Piloto do 2º Su-35 conta como ele cobriu colega abatido por terroristas na Síria

O ala da patrulha de aviões de assalto SU-25SM liderada por Roman Filipov contou os detalhes do combate com os terroristas em que o major Filipov perdeu a vida, escreve o jornal do Ministério da Defesa da Rússia, Krasnaya Zvezda.


Sputnik

"Sua voz não tremeu quando eu o avisei: 'Estão te atacando! Sai daí! Arfa, arfa! Manobra!'", contou o piloto. Segundo ele, Filipov respondeu calmamente: "Fui atingido… Atingido a sério… Fogo no motor direito… Vou para sul… O esquerdo também está parando… Chama a equipe de busca e resgate."


Su-25 abatido na Síria
Sukhoi Su-25 abatido na Síria © REUTERS/ Social Media

"Depois se seguiram as últimas palavras: 'Vai para as nuvens'", acrescentou o ala de Filipov. "Mas claro que eu não fui. Abandonar o comandante é a última coisa", sublinhou.

O piloto explicou que o voo sobre a zona de desescalada de Idlib é uma tarefa rotineira, mas de combate. Lá, nas áreas controladas pelos terroristas da Frente al-Nusra (organização proibida na Rússia), há regularmente tiroteios desordenados com morteiros e armas ligeiras. Esta missão era de combate.

"Quando o sistema portátil de mísseis antiaérea disparou contra o aparelho do comandante, todas convenções foram jogadas fora. Sempre dei cobertura ao comandante no ar, tinha que o fazer quando ele estava no solo, quando já entrou em combate. Fiquei nesta área e realizei vários ataques contra veículos que estavam se aproximando do olival onde Roman estava. Destruí dois carros", disse o piloto.

Ao mesmo tempo, ele continuou transmitindo as coordenadas para o posto de comando e chamando o serviço de busca e resgate. "Vi o local onde o comandante aterrissou, mas não vi o próprio combate… era crepúsculo… Tive que me retirar com a reserva de combustível suficiente apenas para chegar até o aeródromo", resumiu.

Filipov foi atacado com um sistema de mísseis antiaéreos enquanto pilotava um Su-25 sobre a zona de desescalada de Idlib. A região ainda está controlada por terroristas. Ao ser atingido, o piloto conseguiu se ejetar e ficou cercado por terroristas. Filipov não quis se render e se fez explodir com uma granada. Ele recebeu o título de Herói da Rússia, o mais honroso do país.


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