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Brasil comemora 20 anos do fim do conflito entre Peru e Equador

O Brasil irá comemorar nesta terça-feira os 20 anos do fim dos conflitos na fronteira entre Peru e Equador, que se prolongaram por quase 170 anos e que causaram várias guerras, tensões e enfrentamentos entre ambos os países.
EFE

Brasília - O Acordo Global e Definitivo de Paz entre Equador e Peru foi assinado em 26 de outubro de 1998 em Brasília, que voltará a ser palco de um encontro entre representantes dessas duas nações, mas agora para reafirmar "o valor e a eficácia da diplomacia e da solução pacífica de controvérsias", diz o comunicado do Ministério das Relações Exteriores.

A cerimônia contará com a participação do equatoriano José Ayala Lasso e do peruano Fernando de Trazegnies Granda, que eram os chanceleres de seus países na ocasião da assinatura e tiveram participação ativa nas negociações, e será presidido pelo ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes.

Segundo a nota oficial, a comemoração "também evidencia, uma vez mais, a capacidade regional de responder e…

Presidente da Turquia revela seus planos sobre Síria

Depois de eliminar o terrorismo em Afrin, o exército turco lidará com esse mesmo problema em Idlib, disse o presidente turco Recep Tayyip Erdogan.


Sputnik

"Continuaremos a luta contra o terrorismo apesar de apelos [dos países ocidentais] de pôr fim à operação em Afrin. A decisão de realizá-la foi tomada com base na opinião e interesse do povo turco. Após lidarmos com os terroristas na área, vamos eliminá-los em Idlib", afirmou Erdogan.


Ofensiva da Turquia na Síria
Tropas turcas na Síria © REUTERS/ Assessoria de Imprensa das Forças Revolucionárias da Síria

Ele também declarou que a Turquia está determinada na limpeza de terroristas no noroeste da Síria para que os refugiados retornem à pátria.

A Turquia vem efetuando a operação militar denominada Ramo de Oliveira em Afrin contra os combatentes curdos desde 20 de janeiro em resposta às declarações dos EUA sobre treinamento de 30.000 membros da força de segurança fronteiriça na Síria, designada por Ancara como "exército terrorista".

O governo sírio condenou severamente a operação militar, chamando-a de violação da soberania do Estado, mesmo a Turquia tendo frisado que a ofensiva não é realizada contra ela, mas contra "os terroristas somente".


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