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Novo corte na verba do PROSUB preocupa Comando da Marinha do Brasil

O Comandante da Marinha, almirante de esquadra Eduardo Leal Ferreira, está seriamente preocupado com as consequências negativas de um novo e importante corte nos recursos do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), previstos para o orçamento de 2019.
Por Roberto Lopes e Alexandre Galante | Poder Naval

O Programa, cujos termos foram ajustados em 2009, estabelece a produção, no complexo industrial naval de Itaguaí (RJ), de quatro submarinos de ataque convencionais (propulsão diesel-elétrica) da classe Scorpène, e a assistência técnica francesa para a construção do primeiro submarino nuclear brasileiro.

O primeiro submarino convencional, batizado Riachuelo, deve ser lançado ao mar na manhã da quarta-feira 12 de dezembro.

Em novembro de 2016, reunido com lideranças da Base Industrial de Defesa, em São Paulo, o então ministro da Defesa, Raul Jungmann, estimou o valor total do investimento brasileiro no PROSUB em 30 bilhões de Reais.

O Poder Naval não teve acesso aos valores da reduçã…

Presidente palestino pede na ONU respeito aos direitos de seu povo

O presidente palestino, Mahmoud Abbas, reafirmou hoje perante o Conselho de Segurança das Nações Unidas o desejo de seu povo de viver em liberdade e dignidade, afastado de guerras e destruição, do terrorismo e do extremismo.


Prensa Latina


Nações Unidas - Há 70 anos, milhões de palestinos vem sofrendo com a crueldade do exílio e perdendo seu direito a uma vida pacífica e estável em sua Pátria, afirmou.

Mahmoud Abbas | Reprodução

Apesar do apoio de boa parte da comunidade internacional e das múltiplas resoluções aprovadas, a Palestina não é reconhecida como um Estado nem como como membro de pleno direito da ONU, agregou. Somos descendentes dos cananeus, que viveram em nossas terras há cinco mil anos: nesse mesmo lugar, o povo palestino construiu suas próprias cidades e instituições, explicou.

Mas vivemos agora sob ocupação permanente e ninguém pediu contas a Israel quando começou a expansão por nosso território em 1948, enfatizou.

Como lembrou Abbas, durante todos esses anos, foram aprovadas 705 resoluções na Assembleia Geral e 86 resoluções no Conselho de Segurança em repúdio à ocupação: até agora, nenhuma tem sido implementada.

Israel viola seus compromissos internacionais e age com impunidade perante a lei, denunciou o presidente palestino.

O que começou como uma situação de ocupação temporária, terminou sendo uma colonização permanente, enquanto Tel Aviv continua fechando a porta à solução dos dois Estados, com base nas fronteiras de 1967 e com Jerusalém como capital compartilhada, recordou.

Apesar de permanecermos sob ocupação, tentamos desenvolver instituições como a Autoridade Nacional Palestina e continuamos trabalhando para unir nosso povo.

A Palestina se opõe às armas nucleares e às armas convencionais que provocam tanta guerra e destruição, disse.

Nesse sentido, Abbas enfatizou a necessidade de fomentar a cultura da paz, de repúdio à violência e na busca do desenvolvimento sustentável.

'Estamos aqui hoje, depois de uma longa viagem e enormes esforços, para traçar um caminho política que levem a uma paz integral e justa.'

Nunca recusamos as múltiplas tentativas de diálogo e negociação, jamais deixamos de aceitar os convites a participar de diálogos, pois consideramos que a negociação é a única via para estabelecer a paz, afirmou o presidente palestino. Devido ao estancamento, acrescentou, não perdemos a esperança, viemos à ONU pois acreditamos nos princípios da Carta das Nações Unidas, que afirma o direito dos povos à livre determinação.

Nesta terça-feira, o Conselho de Segurança da ONU leva a cabo uma reunião aberta para debater a questão de Israel e da Palestina.

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