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Poloneses pedem a Trump ajuda para conseguir indenização da Rússia e Alemanha pela 2ª Guerra

Um auto-proclamado "partido bíblico antiglobalista" pró-EUA e pró-Israel da Polônia, que se autodenomina "Movimento 11 de novembro", criou uma petição no site We the People da Casa Branca pedindo ao presidente Donald Trump ajude a obter "compensação adequada" da Rússia e da Alemanha por danos causados ​​na Segunda Guerra Mundial.
Sputnik

"Os poloneses livres estão apelando para os EUA, o vencedor na Segunda Guerra Mundial e o fiador dos acordos do pós-guerra, para obter ajuda na recuperação das reparações de guerra da Alemanha e da Rússia", diz a petição.


Além de alcançar a "justiça histórica", uma campanha de reparações bem-sucedida desempenharia "um papel fundamental na Polônia, tornando-se um forte aliado dos Estados Unidos diante da ameaça que surge na Europa e na Ásia — um novo Império do Mal".

Falando ao The New American, uma pequena revista de propriedade da John Birch Society, o co-autor e vice-presidente do Movimento 11…

Presidente palestino pede na ONU respeito aos direitos de seu povo

O presidente palestino, Mahmoud Abbas, reafirmou hoje perante o Conselho de Segurança das Nações Unidas o desejo de seu povo de viver em liberdade e dignidade, afastado de guerras e destruição, do terrorismo e do extremismo.


Prensa Latina


Nações Unidas - Há 70 anos, milhões de palestinos vem sofrendo com a crueldade do exílio e perdendo seu direito a uma vida pacífica e estável em sua Pátria, afirmou.

Mahmoud Abbas | Reprodução

Apesar do apoio de boa parte da comunidade internacional e das múltiplas resoluções aprovadas, a Palestina não é reconhecida como um Estado nem como como membro de pleno direito da ONU, agregou. Somos descendentes dos cananeus, que viveram em nossas terras há cinco mil anos: nesse mesmo lugar, o povo palestino construiu suas próprias cidades e instituições, explicou.

Mas vivemos agora sob ocupação permanente e ninguém pediu contas a Israel quando começou a expansão por nosso território em 1948, enfatizou.

Como lembrou Abbas, durante todos esses anos, foram aprovadas 705 resoluções na Assembleia Geral e 86 resoluções no Conselho de Segurança em repúdio à ocupação: até agora, nenhuma tem sido implementada.

Israel viola seus compromissos internacionais e age com impunidade perante a lei, denunciou o presidente palestino.

O que começou como uma situação de ocupação temporária, terminou sendo uma colonização permanente, enquanto Tel Aviv continua fechando a porta à solução dos dois Estados, com base nas fronteiras de 1967 e com Jerusalém como capital compartilhada, recordou.

Apesar de permanecermos sob ocupação, tentamos desenvolver instituições como a Autoridade Nacional Palestina e continuamos trabalhando para unir nosso povo.

A Palestina se opõe às armas nucleares e às armas convencionais que provocam tanta guerra e destruição, disse.

Nesse sentido, Abbas enfatizou a necessidade de fomentar a cultura da paz, de repúdio à violência e na busca do desenvolvimento sustentável.

'Estamos aqui hoje, depois de uma longa viagem e enormes esforços, para traçar um caminho política que levem a uma paz integral e justa.'

Nunca recusamos as múltiplas tentativas de diálogo e negociação, jamais deixamos de aceitar os convites a participar de diálogos, pois consideramos que a negociação é a única via para estabelecer a paz, afirmou o presidente palestino. Devido ao estancamento, acrescentou, não perdemos a esperança, viemos à ONU pois acreditamos nos princípios da Carta das Nações Unidas, que afirma o direito dos povos à livre determinação.

Nesta terça-feira, o Conselho de Segurança da ONU leva a cabo uma reunião aberta para debater a questão de Israel e da Palestina.

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