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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

Presidentes de Rússia, Turquia e Irã farão cúpula sobre a Síria em Istambul

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, e seu homólogo turco, Recep Tayyip Erdogan, acordaram nesta quinta-feira a realização de uma cúpula trilateral como Irã na cidade de Istambul para continuar negociando o futuro da Síria, apontou a agência turca "Anadolu", que cita fontes da Presidência.


EFE

Erdogan e Putin conversaram hoje por telefone para avaliar a situação tanto no cantão curdo-sírio de Afrin como na adjacente província de Idlib.


Putin e Erdogan em foto de 2017. EFE/ Alexei Druzhinin/ Sputnik
Putin e Erdogan em foto de 2017. EFE/ Alexei Druzhinin/ Sputnik

Durante esta conversa, os dois governantes concordaram em convocar em Istambul a citada cúpula, embora até o momento não tenham sido dados detalhes sobre a possível data.

O presidente do Irã, Hassan Rohani, participou em novembro do ano passado, na cidade russa de Sochi, de um encontro dedicado à Síria com Putin e Erdogan, mas não compareceu à reunião auspiciada por eles na mesma cidade no final de janeiro deste ano.

Durante um discurso hoje em Ancara diante de membros do governo local, Erdogan não mencionou a futura cúpula, mas reiterou sua rejeição a negociar com o presidente sírio, Bashar al Assad.

"Eles me dizem: Fale com Assad. Do que podemos falar com alguém que matou um milhão de cidadãos?", disse o presidente turco.

"Para nós o importante é o povo sírio, não Assad. Porque Assad pratica o terrorismo de Estado. Continua matando agora", acrescentou.

Erdogan afirmou que a invasão turca de Afrin, lançada em 20 de janeiro sob o nome de "Operação Ramo de Oliveira", tinha a finalidade de pacificar este território para facilitar o retorno de refugiados sírios residentes na Turquia, e que uma ação similar ocorreria depois na província de Idlib.

"Solucionaremos a questão de Afrin, e depois a de Idlib, e queremos que os nossos irmãos refugiados voltem ao seu próprio país. De toda forma, não podemos hospedar indefinidamente 3,5 milhões. Além disso, eles mesmos querem (retornar)", disse o chefe de Estado.

Por outro lado, o presidente turco reafirmou a intenção, anunciada já na terça-feira, de retirar o adjetivo "turco" da Ordem Profissional de Advogados e de Médicos (TTB), por não aprovar sua política, depois que a TTB assinou um manifesto "contra a guerra", sem especificar qual, embora tenha sido interpretada como uma postura contra a ofensiva em Afrin.

"A União de Médicos Turcos não está de acordo com o caráter turco. Tampouco a União de Ordens Profissionais de Advogados da Turquia. Agora serão removidos (o nome) por lei, por decisão do Conselho de Ministros. Já não poderão usar o nome de turco nem da Turquia. Usarão quem merecer", disse Erdogan.

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