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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Qual é risco de confrontos entre exércitos turco e sírio em Afrin?

Em caso de entrada do exército governamental sírio em Afrin, o risco de ele entrar em confrontos com as Forças Armadas da Turquia, que estão lá realizando a operação contra as formações curdas, será mínimo, levando em conta os acordos atingidos em Astana quanto à regulação síria, declarou à Sputnik o especialista militar Resul Serdar Atas.


Sputnik

Antes, o canal de televisão Al-Mayadeen comunicou que os curdos e Damasco oficial acordaram a entrada do exército sírio na província de Afrin a fim de proteger a integridade territorial da intervenção do exército turco e formações suas aliadas. Uma fonte informada disse à Sputnik que as tropas sírias vão ocupar a zona fronteiriça com a Turquia de Afrin nos próximos dias, segundo foi acordado com os curdos.


Rebeldes sírios apoiados pela Turquia no norte de Azaz, Síria
Rebeldes sírios apoiados pela Turquia © AFP 2018/ Nazeer al-Khatib

"A Turquia, Rússia e Irã, no âmbito do processo em Astana e na cimeira em Sochi, chegaram a acordo em relação a alguns princípios. Um deles é que as Forças Armadas turcas se não vão confrontar com as forças de Assad [presidente da Síria]. Agora as YPG [Unidades de Proteção Popular] estão convidando Assad para Afrin, e ele está disposto a aceitar o convite. Na minha opinião, o risco de confrontos diretos do exército dele com as Forças Armadas turcas é mínimo, segundo os acordos atingidos pelos três países garantes", disse o interlocutor à agência.

Para ele, desde o início se previa que a operação Ramo de Oliveira em Afrin "está dirigida não contra o regime de Assad, mas somente contra YPG".

"Se Assad entrar em Afrin, acho que a operação não será efetuada pela Turquia no centro desta região. É muito provável que o exército turco se concentre nas posições dos terroristas na zona fronteiriça, nos arredores de Afrin. Mas nesse caso a Turquia vai exigir da Rússia garantias que do lado de Afrin não vão surgir nenhumas ameaças", declarou Atas.

Segundo o especialista, não é correto dizer que a Turquia pode "deixar Afrin para Assad", porque Afrin não pertence à Turquia. "Atualmente Afrin é uma região que está sob o poder das YPG, donde provém uma ameaça para a Turquia. E ela atua com o máximo cuidado para não causar dados aos habitantes locais. Mas se os militares sírios atacarem as forças turcas posicionadas na região de Afrin, a Turquia pode tomar medidas para entrar no centro da região", notou ele.

Resul Serdar Atas acrescentou que a continuação da operação Ramo de Oliveira vai depender da posição dos EUA sobre a cidade síria de Manbij.

"Se as YPG continuarem permanecendo em Manbij e os EUA as apoiarem, a Turquia irá realizar aí uma operação semelhante. Isto foi comunicado inequivocamente aos EUA e há algum progresso a esse respeito da parte norte-americana. Em particular, uma evidência disso são os resultados das negociações em Ancara com [o secretário de Estado] Tillerson. É provável que as partes acordem que as YPG saiam de Manbij e que lá sejam criados órgãos administrativos locais", concluiu Atas.

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