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Super Tucano em teste pela Força Aérea dos EUA sofre acidente

Queda sem causa ainda definida é má notícia para a fabricante brasileira, que disputa concorrência com americanos
Igor Gielow | Folha de S.Paulo

Um turboélice A-29 Super Tucano, fabricado pela Embraer, caiu durante um exercício de ataque leve conduzido pela Força Aérea dos EUA em um campo de provas do Novo México, na sexta (22).

Dois tripulantes conseguiram se ejetar. Segundo comunicado da base de Holloman, um dele se feriu levemente e foi medicado, enquanto não há detalhes do estado do segundo. A causa do acidente não foi divulgada.

O avião participa da fase final da competição para fornecimento de aviões leves para missões de ataque a solo e reconhecimento. Inicialmente, os EUA querem adquirir 15 unidades, para depois expandir a até 120. Elas servirão para substituir o famoso A-10 Warthog (Javali, em inglês), um modelos subsônico a jato fortemente armado e blindado que opera desde 1977.

Os americanos estão procurando opções mais econômicas para a missão. Enquanto um A-10 tem sua hora-voo…

Reino Unido lançará Estratégia de Combate Aéreo

Uma Estratégia de Combate Aéreo será lançada para garantir que a Grã-Bretanha mantenha uma capacidade de combate aéreo de liderança mundial, anunciou o secretário de Defesa, Gavin Williamson, na frente do comitê seleto de defesa no dia 21 de fevereiro.


Poder Aéreo


O MOD (Ministério da Defesa) trabalhará através de todo o governo e estreitamente com a indústria e parceiros internacionais para explorar as futuras capacidades do Combate Aéreo no Reino Unido, com base na Estratégia Industrial e na Política Industrial de Defesa atualizada no ano passado.


Eurofighter Typhoon com Brimstone

A estratégia examinará a capacidade operacional necessária no futuro e as habilidades e recursos necessários para a sua prontificação. O trabalho terá em conta a tecnologia nova e emergente, bem como o potencial de exportação, ao mesmo tempo em que vai testar a capacidade da indústria britânica de atender nossos requisitos futuros. Espera-se que seja lançado no verão.

O secretário de Defesa, Gavin Williamson, disse: “Desde o nascimento do poder aéreo, a indústria britânica tem sido crucial para manter a posição de líder mundial de nossos militares. À medida que celebramos 100 anos da Royal Air Force (RAF) protegendo nossos céus, é apropriado que criemos planos arrojados e ambiciosos para ajudar nossas bravas Forças Armadas a manter-nos seguros contra ameaças intensivas. A Estratégia do Combate Aéreo reunirá o melhor da engenharia, habilidade e projeto britânicos e oferecerá uma visão convincente para o futuro do poder aéreo”.

O Chief of the Air Staff, Air Chief Marshal, Sir Stephen Hillier, disse: “É especialmente apropriado que lançemos a Estratégia de Combate Aéreo, já que a nossa Royal Air Force marca o seu 100º aniversário. As capacidades do Combate Aéreo foram o coração das capacidades da RAF ao longo de sua história e são constantemente empregadas em operações em todo o mundo hoje.

“Esta estratégia assegurará que a RAF possa continuar a permanecer na vanguarda da tecnologia e da inovação do poder aéreo high-end que precisamos para lidar com ameaças futuras, trabalhando em estreita colaboração com a indústria do Reino Unido e nossos parceiros internacionais”.

O Reino Unido já é líder mundial no setor aéreo, que responde por 85% das encomendas de exportação de defesa da Grã-Bretanha. A indústria é composta por cerca de 2.500 empresas, gerando mais de £ 33.5 bilhões no volume de negócios e empregando mais de 128.000 pessoas – cerca de 26.000 delas em trabalhos altamente especializados de pesquisa, projetos e engenharia.

O investimento em tecnologia de combate aéreo combinado com os pontos fortes da indústria do Reino Unido resultou no país ser o único sócio de Nível 1 dos EUA no programa F-35 Lightning II, com a indústria britânica fabricando cerca de 15% de cada F-35 produzido. O Reino Unido conseguiu explorar as capacidades operacionais da aeronave, ao mesmo tempo em que reforça a capacidade industrial do Reino Unido, habilidades e uma maior prosperidade econômica.

O Reino Unido também continua a liderar o caminho no poder aéreo de combate como uma das quatro nações parceiras no programa Eurofighter Typhoon. Com mais de 20.000 horas de voo em operações globais até o momento, o Typhoon ofereceu uma incomparável confiança e comprovada interoperabilidade com nossos aliados.

O F-35 Lightning II e o Typhoon são duas aeronaves de combate multifunção complementares que constituirão a frota aérea de combate da RAF, colocando o Reino Unido na vanguarda da tecnologia de caças – com o Typhoon esperado para permanecer no serviço do Reino Unido até pelo menos 2040.

Na semana passada, o Reino Unido liderou a tentativa de substituir jatos de combate da Bélgica por 34 Typhoons com a oferta de incluir uma ampla parceria industrial e de defesa entre os governos da Bélgica e do Reino Unido. O secretário de Defesa, Gavin Williamson, também esteve no Qatar no final do ano passado para supervisionar a compra bilionária de 24 caças Typhoon, que suportará milhares de empregos em todo o Reino Unido.

O anúncio da estratégia vem depois de uma revisão inicial do setor aeroespacial de defesa pelo MOD, que contou com o envolvimento em todo o governo e da indústria. O desenvolvimento de uma Estratégia de Combate Aéreo é consistente com os temas do Programa Modernizador de Defesa. Ele estabelecerá, em termos práticos, como o MOD pode cumprir seus requisitos críticos de capacidade militar, considerando fatores econômicos e internacionais mais amplos e nossos objetivos de segurança nacional.

FONTE: Ministério da Defesa do Reino Unido

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