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Novo corte na verba do PROSUB preocupa Comando da Marinha do Brasil

O Comandante da Marinha, almirante de esquadra Eduardo Leal Ferreira, está seriamente preocupado com as consequências negativas de um novo e importante corte nos recursos do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), previstos para o orçamento de 2019.
Por Roberto Lopes e Alexandre Galante | Poder Naval

O Programa, cujos termos foram ajustados em 2009, estabelece a produção, no complexo industrial naval de Itaguaí (RJ), de quatro submarinos de ataque convencionais (propulsão diesel-elétrica) da classe Scorpène, e a assistência técnica francesa para a construção do primeiro submarino nuclear brasileiro.

O primeiro submarino convencional, batizado Riachuelo, deve ser lançado ao mar na manhã da quarta-feira 12 de dezembro.

Em novembro de 2016, reunido com lideranças da Base Industrial de Defesa, em São Paulo, o então ministro da Defesa, Raul Jungmann, estimou o valor total do investimento brasileiro no PROSUB em 30 bilhões de Reais.

O Poder Naval não teve acesso aos valores da reduçã…

Reino Unido lançará Estratégia de Combate Aéreo

Uma Estratégia de Combate Aéreo será lançada para garantir que a Grã-Bretanha mantenha uma capacidade de combate aéreo de liderança mundial, anunciou o secretário de Defesa, Gavin Williamson, na frente do comitê seleto de defesa no dia 21 de fevereiro.


Poder Aéreo


O MOD (Ministério da Defesa) trabalhará através de todo o governo e estreitamente com a indústria e parceiros internacionais para explorar as futuras capacidades do Combate Aéreo no Reino Unido, com base na Estratégia Industrial e na Política Industrial de Defesa atualizada no ano passado.


Eurofighter Typhoon com Brimstone

A estratégia examinará a capacidade operacional necessária no futuro e as habilidades e recursos necessários para a sua prontificação. O trabalho terá em conta a tecnologia nova e emergente, bem como o potencial de exportação, ao mesmo tempo em que vai testar a capacidade da indústria britânica de atender nossos requisitos futuros. Espera-se que seja lançado no verão.

O secretário de Defesa, Gavin Williamson, disse: “Desde o nascimento do poder aéreo, a indústria britânica tem sido crucial para manter a posição de líder mundial de nossos militares. À medida que celebramos 100 anos da Royal Air Force (RAF) protegendo nossos céus, é apropriado que criemos planos arrojados e ambiciosos para ajudar nossas bravas Forças Armadas a manter-nos seguros contra ameaças intensivas. A Estratégia do Combate Aéreo reunirá o melhor da engenharia, habilidade e projeto britânicos e oferecerá uma visão convincente para o futuro do poder aéreo”.

O Chief of the Air Staff, Air Chief Marshal, Sir Stephen Hillier, disse: “É especialmente apropriado que lançemos a Estratégia de Combate Aéreo, já que a nossa Royal Air Force marca o seu 100º aniversário. As capacidades do Combate Aéreo foram o coração das capacidades da RAF ao longo de sua história e são constantemente empregadas em operações em todo o mundo hoje.

“Esta estratégia assegurará que a RAF possa continuar a permanecer na vanguarda da tecnologia e da inovação do poder aéreo high-end que precisamos para lidar com ameaças futuras, trabalhando em estreita colaboração com a indústria do Reino Unido e nossos parceiros internacionais”.

O Reino Unido já é líder mundial no setor aéreo, que responde por 85% das encomendas de exportação de defesa da Grã-Bretanha. A indústria é composta por cerca de 2.500 empresas, gerando mais de £ 33.5 bilhões no volume de negócios e empregando mais de 128.000 pessoas – cerca de 26.000 delas em trabalhos altamente especializados de pesquisa, projetos e engenharia.

O investimento em tecnologia de combate aéreo combinado com os pontos fortes da indústria do Reino Unido resultou no país ser o único sócio de Nível 1 dos EUA no programa F-35 Lightning II, com a indústria britânica fabricando cerca de 15% de cada F-35 produzido. O Reino Unido conseguiu explorar as capacidades operacionais da aeronave, ao mesmo tempo em que reforça a capacidade industrial do Reino Unido, habilidades e uma maior prosperidade econômica.

O Reino Unido também continua a liderar o caminho no poder aéreo de combate como uma das quatro nações parceiras no programa Eurofighter Typhoon. Com mais de 20.000 horas de voo em operações globais até o momento, o Typhoon ofereceu uma incomparável confiança e comprovada interoperabilidade com nossos aliados.

O F-35 Lightning II e o Typhoon são duas aeronaves de combate multifunção complementares que constituirão a frota aérea de combate da RAF, colocando o Reino Unido na vanguarda da tecnologia de caças – com o Typhoon esperado para permanecer no serviço do Reino Unido até pelo menos 2040.

Na semana passada, o Reino Unido liderou a tentativa de substituir jatos de combate da Bélgica por 34 Typhoons com a oferta de incluir uma ampla parceria industrial e de defesa entre os governos da Bélgica e do Reino Unido. O secretário de Defesa, Gavin Williamson, também esteve no Qatar no final do ano passado para supervisionar a compra bilionária de 24 caças Typhoon, que suportará milhares de empregos em todo o Reino Unido.

O anúncio da estratégia vem depois de uma revisão inicial do setor aeroespacial de defesa pelo MOD, que contou com o envolvimento em todo o governo e da indústria. O desenvolvimento de uma Estratégia de Combate Aéreo é consistente com os temas do Programa Modernizador de Defesa. Ele estabelecerá, em termos práticos, como o MOD pode cumprir seus requisitos críticos de capacidade militar, considerando fatores econômicos e internacionais mais amplos e nossos objetivos de segurança nacional.

FONTE: Ministério da Defesa do Reino Unido

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