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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Rouhani apela ao fim da guerra do Iêmen, esforços para reiniciar o diálogo nacional

O presidente Hassan Rouhani exortou a Arábia Saudita e seus aliados a pararem seu "jogo de culpa" contra o Irã em relação à crise do Iêmen, dizendo que os esforços devem ser conduzidos para acabar com a guerra mortal contra a nação empobrecida e abrir caminho para o diálogo intra-iemenita.


Pars Today

Rouhani fez as declarações na quarta-feira em uma reunião com a Ministra dos Negócios Estrangeiros Holandês, Sigrid Kaag, que chegou à Teerã um dia antes para conversar com autoridades iranianas.


Rouhani apela ao fim da guerra do Iêmen, esforços para reiniciar o diálogo nacional

Ele descartou as acusações contra o Irã de fornecer mísseis ao Iêmen como uma alegação "completamente errado e sem fundamento", dizendo que tais afirmações não servem para resolver os problemas.

Em vez de fabricar tais acusações, devem ser feitos esforços para acabar imediatamente com a guerra contra o Iêmen, estabelecer um cessar-fogo, prestar ajuda humanitária às pessoas atingidas pela violência e, finalmente, pavimentar o terreno para conversas intra-iemenitas, disse Rouhani.

Rouhani também chamou a atenção para as vendas em grande escala de armas destrutivas pelos Estados ocidentais a países regionais, dizendo que o equipamento militar, incluindo aviões de guerra e mísseis, está sendo usado contra civis inocentes.

Em outra parte de suas observações, Rouhani abordou o acordo nuclear de 2015 entre o Irã e seis potências mundiais. "Não se pode adicionar algo ao JCPOA ou distrair algo dele", disse Rouhani, referindo-se à Plano Integral de Ação Conjunta. Os Estados Unidos sob o comando do presidente Donald Trump tentaram incansavelmente sabotar o acordo e ameaçaram deixar ou renegocia-lo.

Rouhani disse “enquanto as outras partes se comprometam com as suas obrigações no âmbito do acordo, a República Islâmica fará todo o possível para preservar o acordo e, sem dúvida, não será a parte que iniciará a sua violação entre os sete países".

As relações entre Irã e Holanda

O presidente referiu também que havia "extensas capacidades" para o desenvolvimento das cooperações entre o Irã e os Países Baixos. O atual volume comercial é de cerca de um bilhão de euros, o que deve aumentar, acrescentou.

A República Islâmica, disse ele, saudaria a participação de empresas holandesas em projetos em diferentes áreas. Ele enfatizou a necessidade de o governo holandês incentivar o setor bancário do país a estabelecer laços mais fortes com seu homólogo iraniano.

A ministra dos Negócios Estrangeiros Holandês, Sigrid Kaag, por sua vez, apontou para o compromisso contínuo da União Europeia com o acordo nuclear e com o papel do acordo no desenvolvimento das relações bilaterais. Ela ressaltou a necessidade de continuar as conversações entre Teerã e o bloco para promover a construção de confiança em áreas de interesse comum.

Kaag também apontou para o programa de mísseis do Irã e disse que o seu país reconheceu o direito da República Islâmica de manter um programa militar defensivo e considerou que esse programa era legítimo.

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