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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Rússia: cumprimos todas as obrigações quanto à redução de armas estratégicas

"Nos próximos dias", Moscou enviará para Washington uma nota oficial de confirmação do cumprimento das obrigações impostas pelo Tratado de Redução de Armas Estratégicas, comunica a chancelaria.


Sputnik

Rússia cumpriu todas as obrigações impostas a Moscou pelo Tratado sobre Redução de Armas Estratégicas e "nos próximos dias" transmitirá para Washington uma nota com confirmação oficial, informou na segunda-feira (5) o Ministério das Relações Exteriores da Rússia.


Bombardeiro estratégico russo Tu-160.
Bombardeiro Tupolev Tu-160 © Sputnik/ Alexey Fedoseev

Ao mesmo tempo, na segunda-feira (5), a porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Heather Nauert, informou, através de comunicado oficial, que seu país também cumpriu suas obrigações impostas pelo mesmo acordo.

Ademais, ela adicionou que os Estados Unidos estão à espera da Rússia para troca mútua de dados.

As declarações de ambas as partes foram feitas em 5 de fevereiro, sendo essa "a data de controle" do cumprimento das obrigações por Washington e Moscou no âmbito do Tratado sobre Redução de Armas Estratégicas (o START III), assinado pelos dois países em 2010.

Anteriormente, o presidente dos EUA, Donald Trump, qualificou como "unilateral" o Tratado sobre Redução de Armas Estratégicas assinado com a Rússia e disse que vai expandir o arsenal nuclear dos EUA. A Rússia, por sua vez, se opõe fortemente que os EUA unilateralmente abandonem o mais recente START III.


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