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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Rússia espera que EUA cesse seu apoio a ultranacionalistas ucranianos

Rússia expressou hoje sua esperança de que os Estados Unidos ponha fim ao seu respaldo ao ultranacionalismo na Ucrânia e em outros países do leste europeu, depois de um ataque de radicais contra a sede da Rossotrudnechestva em Kiev.


Prensa Latina


Moscou - Tal apoio tem o risco de desembocar em uma escalada de violência e de expressões de xenofobia e extremismo, denunciou a embaixada russa nos Estados Unidos, citada pela televisão da capital.

Tropas dos EUA na Ucrânia | Reprodução

Sobre isso refere-se o ocorrido neste fim de semana na Ucrânia, onde os ultranacionalistas assaltaram o Centro russo de Ciência e Cultura e o escritório da Rossotrudnechestva, destaca o comunicado.

A missão diplomática russa recordou que na próxima semana se inicia a Assembleia Parlamentar da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa.

Para essa ocasião, os legisladores estadunidenses contarão com uma oportunidade ideal para comentar tais acontecimentos, sobretudo, porque os atos de vandalismo foram dirigidos por seu colega, o deputado da Rada Suprema pelo Partido Radical Andrei Lozovoi, assinala.

O nacionalismo radical adquire traços de política do governo na Ucrânia, afirma a embaixada russa, em clara alusão à impunidade com que agiram os ultranacionalistas ao destruir parte das instalações deste país em Kiev.

As autoridades da Ucrânia promovem a imagem de que a Rússia é o inimigo, em meio a contradições internas, turbulências políticas (marchas para exigir a renúncia de Piotro Poroshenko) e a insatisfação social nessa república ex-soviética, destaca o documento oficial.

Não ouvimos até o momento nenhuma reação de Washington a estes fatos violentos que também não são os primeiros contra nossas instituições oficiais, indica a notificação da embaixada russa.

Quiçá os ultranacionalistas estejam inspirados na maneira com a qual o governo norte-americano se apossou de propriedades da missão diplomática no país nortenho, incluídas duas casas de repouso, igual número de escritórios de Comércio e o consulado em San Francisco, opina.

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