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'Temos armas hipersônicas': Rússia dará resposta à saída dos EUA do Tratado INF, diz Putin

A Rússia não deixará a decisão dos Estados Unidos de retirar-se unilateralmente do tratado de armas nucleares sem resposta, garantiu o presidente russo Vladimir Putin, acrescentando que o país não precisa se unir a outra corrida armamentista.
Sputnik

Moscou ainda está pronta para continuar dialogando com Washington sobre o tratado bilateral que proíbe os mísseis de médio alcance, que se tornou uma das pedras angulares do desarmamento nuclear, disse o líder russo em uma reunião do governo em Sochi. Ainda assim, os EUA devem "tratar esta questão com total responsabilidade", disse o presidente, acrescentando que a decisão de Washington de retirar-se do acordo "não pode e não ficará sem resposta".


Estas não são ameaças vazias, advertiu Putin. Ele disse que a Rússia já havia advertido os EUA contra a saída do tratado ABM que regulamenta os sistemas de mísseis e avisou Washington sobre possíveis retaliações. "Agora, temos armas hipersônicas capazes de penetrar qualquer…

Rússia propõe a EUA estabelecer limite máximo de aproximação entre aviões e navios

A Chancelaria russa fez a proposta aos EUA de determinar o limite máximo de aproximação entre aviões e navios.


Sputnik

Os militares dos EUA e Rússia regularmente reportam incidentes entre aviões e navios de ambos os países.


Caças russos Su-27
Dois Sukhoi Su-27 russos © Sputnik/ Mikhail Voskresensky

"Considerando a escolta de navios militares e aviões, defendemos energicamente a complementação dos acordos bilaterais sobre a prevenção de incidentes no mar e no espaço aéreo do ano de 1972 com artigos sobre o limite máximo de aproximação", disse a representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova.

No entanto, segundo as palavras de Zakharova, até o momento não há reação alguma por parte dos Estados Unidos.

O último ocorreu em 29 de janeiro, quando o avião espião estadunidense EP-3E foi interceptado pelo caça russo Su-27. Esse incidente, qualificado por Moscou como "normal e absolutamente legal" foi considerado "perigoso" por Washington, destacando que tais ações provocam o risco de "consequências catastróficas". A intercepção ocorreu sobre águas do mar Negro.

Moscou afirmou que o avião de vigilância estava indo em direção ao espaço aéreo russo e destacou que "todas as precauções necessárias" para evitar uma situação perigosa foram tomadas.


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