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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Rússia propõe a EUA estabelecer limite máximo de aproximação entre aviões e navios

A Chancelaria russa fez a proposta aos EUA de determinar o limite máximo de aproximação entre aviões e navios.


Sputnik

Os militares dos EUA e Rússia regularmente reportam incidentes entre aviões e navios de ambos os países.


Caças russos Su-27
Dois Sukhoi Su-27 russos © Sputnik/ Mikhail Voskresensky

"Considerando a escolta de navios militares e aviões, defendemos energicamente a complementação dos acordos bilaterais sobre a prevenção de incidentes no mar e no espaço aéreo do ano de 1972 com artigos sobre o limite máximo de aproximação", disse a representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova.

No entanto, segundo as palavras de Zakharova, até o momento não há reação alguma por parte dos Estados Unidos.

O último ocorreu em 29 de janeiro, quando o avião espião estadunidense EP-3E foi interceptado pelo caça russo Su-27. Esse incidente, qualificado por Moscou como "normal e absolutamente legal" foi considerado "perigoso" por Washington, destacando que tais ações provocam o risco de "consequências catastróficas". A intercepção ocorreu sobre águas do mar Negro.

Moscou afirmou que o avião de vigilância estava indo em direção ao espaço aéreo russo e destacou que "todas as precauções necessárias" para evitar uma situação perigosa foram tomadas.


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