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Israel realiza novos bombardeios na Faixa de Gaza após queda de foguete

Aviação israelense atacou instalações subterrâneas em Gaza. Foguete disparado de Gaza caiu em cidade israelense sem causar vítimas.
France Presse

Aviões de guerra israelenses realizaram novos ataques na madrugada desta segunda-feira (19) na Faixa de Gaza, onde a tensão foi reduzida, mas sem dissipar todo o fantasma de um novo confronto.

A aviação israelense atacou instalações subterrâneas no sul do território do movimento palestino Hamas, afirmou em um comunicado.

Israel respondeu assim ao disparo de um foguete lançado no domingo à noite a partir da Faixa de Gaza - o segundo em 24 horas - e que caiu sem causar vítimas nas proximidades de Sderot, cidade israelense perto do enclave palestino.

O exército de Israel manteve sua política de resposta sistemática a qualquer intervenção hostil a partir dos territórios palestinos, onde travou três guerras contra o Hamas e grupos armados palestinos aliados desde 2008.

Israel usará "todos os meios à sua disposição" para garantir a segurança d…

Rússia propõe a EUA estabelecer limite máximo de aproximação entre aviões e navios

A Chancelaria russa fez a proposta aos EUA de determinar o limite máximo de aproximação entre aviões e navios.


Sputnik

Os militares dos EUA e Rússia regularmente reportam incidentes entre aviões e navios de ambos os países.


Caças russos Su-27
Dois Sukhoi Su-27 russos © Sputnik/ Mikhail Voskresensky

"Considerando a escolta de navios militares e aviões, defendemos energicamente a complementação dos acordos bilaterais sobre a prevenção de incidentes no mar e no espaço aéreo do ano de 1972 com artigos sobre o limite máximo de aproximação", disse a representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova.

No entanto, segundo as palavras de Zakharova, até o momento não há reação alguma por parte dos Estados Unidos.

O último ocorreu em 29 de janeiro, quando o avião espião estadunidense EP-3E foi interceptado pelo caça russo Su-27. Esse incidente, qualificado por Moscou como "normal e absolutamente legal" foi considerado "perigoso" por Washington, destacando que tais ações provocam o risco de "consequências catastróficas". A intercepção ocorreu sobre águas do mar Negro.

Moscou afirmou que o avião de vigilância estava indo em direção ao espaço aéreo russo e destacou que "todas as precauções necessárias" para evitar uma situação perigosa foram tomadas.


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