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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Rússia: proteger nosso Estado de qualquer ameaça é 'nosso direito soberano'

Rússia não se vê obrigada a prestar contas à OTAN sobre sua própria defesa.


Sputnik

Rússia não é obrigada a informar OTAN sobre posicionamento de seus sistemas de defesa em seu território, particularmente sobre os sistemas de mísseis Iskander, que atualmente se encontram na região de Kaliningrado.


O sistema de mísseis balísticos Iskander-M exposto no fórum militar EXÉRCITO 2017
Mísseis russos Iskander M © Sputnik/ Vitaliy Ankov

Segundo Yury Shvytkin, vice-presidente do Comitê de Defesa da Duma de Estado (câmara baixa do Parlamento russo), a Rússia possui o direito soberano de proteger seu povo e território.

Além disso, ele acredita que não há nenhuma razão para informar a OTAN sobre sua atividade militar, pois não há ações "reais" por parte da Aliança para iniciar um diálogo construtivo.

"A OTAN age em concordância com seus próprios padrões duplos, falando sobre um assunto, mas tomando ações contrárias", destacou.

Ademais, o deputado russo indicou que a Rússia, em comparação com os EUA, não viola o direito internacional.

O político sublinhou que a Rússia "tem o direito" de decidir "onde posicionar os Iskander e em que quantidade, com base nos interesses nacionais do nosso Estado, mas com estrita observância das normas do direito internacional".

Previamente, o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg apelou à Rússia para que seja transparente em relação às questões de deslocamento dos complexos de defesa Iskander na região de Kaliningrado.

"Apelo à Rússia para que seja transparente. Esta é uma das razões para a importância do Conselho OTAN-Rússia, que nós o usamos para trocar informações sobre exercícios militares e capacidades de defesa".

Em 5 de fevereiro, o ministro da Defesa da Lituânia, Raimundas Karoblis comunicou que a Rússia deslocou seus complexos de mísseis Iskander na região de Kaliningrado.

Moscou afirmou repetidamente que a Rússia nunca planejou atacar nenhum Estado membro da OTAN. O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov disse que a OTAN reconhece isso, mas usa o pretexto de uma suposta agressão russa para implantar mais equipamentos e batalhões ao lado de suas fronteiras.


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