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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Rússia: proteger nosso Estado de qualquer ameaça é 'nosso direito soberano'

Rússia não se vê obrigada a prestar contas à OTAN sobre sua própria defesa.


Sputnik

Rússia não é obrigada a informar OTAN sobre posicionamento de seus sistemas de defesa em seu território, particularmente sobre os sistemas de mísseis Iskander, que atualmente se encontram na região de Kaliningrado.


O sistema de mísseis balísticos Iskander-M exposto no fórum militar EXÉRCITO 2017
Mísseis russos Iskander M © Sputnik/ Vitaliy Ankov

Segundo Yury Shvytkin, vice-presidente do Comitê de Defesa da Duma de Estado (câmara baixa do Parlamento russo), a Rússia possui o direito soberano de proteger seu povo e território.

Além disso, ele acredita que não há nenhuma razão para informar a OTAN sobre sua atividade militar, pois não há ações "reais" por parte da Aliança para iniciar um diálogo construtivo.

"A OTAN age em concordância com seus próprios padrões duplos, falando sobre um assunto, mas tomando ações contrárias", destacou.

Ademais, o deputado russo indicou que a Rússia, em comparação com os EUA, não viola o direito internacional.

O político sublinhou que a Rússia "tem o direito" de decidir "onde posicionar os Iskander e em que quantidade, com base nos interesses nacionais do nosso Estado, mas com estrita observância das normas do direito internacional".

Previamente, o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg apelou à Rússia para que seja transparente em relação às questões de deslocamento dos complexos de defesa Iskander na região de Kaliningrado.

"Apelo à Rússia para que seja transparente. Esta é uma das razões para a importância do Conselho OTAN-Rússia, que nós o usamos para trocar informações sobre exercícios militares e capacidades de defesa".

Em 5 de fevereiro, o ministro da Defesa da Lituânia, Raimundas Karoblis comunicou que a Rússia deslocou seus complexos de mísseis Iskander na região de Kaliningrado.

Moscou afirmou repetidamente que a Rússia nunca planejou atacar nenhum Estado membro da OTAN. O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov disse que a OTAN reconhece isso, mas usa o pretexto de uma suposta agressão russa para implantar mais equipamentos e batalhões ao lado de suas fronteiras.


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