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Super Tucano em teste pela Força Aérea dos EUA sofre acidente

Queda sem causa ainda definida é má notícia para a fabricante brasileira, que disputa concorrência com americanos
Igor Gielow | Folha de S.Paulo

Um turboélice A-29 Super Tucano, fabricado pela Embraer, caiu durante um exercício de ataque leve conduzido pela Força Aérea dos EUA em um campo de provas do Novo México, na sexta (22).

Dois tripulantes conseguiram se ejetar. Segundo comunicado da base de Holloman, um dele se feriu levemente e foi medicado, enquanto não há detalhes do estado do segundo. A causa do acidente não foi divulgada.

O avião participa da fase final da competição para fornecimento de aviões leves para missões de ataque a solo e reconhecimento. Inicialmente, os EUA querem adquirir 15 unidades, para depois expandir a até 120. Elas servirão para substituir o famoso A-10 Warthog (Javali, em inglês), um modelos subsônico a jato fortemente armado e blindado que opera desde 1977.

Os americanos estão procurando opções mais econômicas para a missão. Enquanto um A-10 tem sua hora-voo…

Rússia segue sendo 'única ameaça existencial no espaço aéreo' que desafia EUA

Estados Unidos continuam preocupados com o poder militar russo, inclusive com suas armas que podem abalar a liderança dos EUA no céu.


Sputnik

Washington preocupa-se com as capacidades militares russas, em particular — com os novos mísseis de cruzeiro, projetados por engenheiros russos para a Força Aeroespacial do país, afirmou a general da Força Aérea dos EUA, Lori Robinson.


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Míssil de cruzeiro russo K-100/R-172 mostrada no Maks 2007 como parte do armamento do Su-35BM

Robinson sublinhou no discurso, publicado no site do Comitê de Serviços Armados, que até o momento as intensões da Rússia não estão claras para os militares estadunidenses.

"Junto com o Canadá, estamos monitorando e analisando o que ocorre nas fronteiras do norte do Canadá e no Alasca", declarou.

De acordo com a general, os militares russos participam de exercícios militares em que "treinam o conflito com tropas estadunidenses".

Ao mesmo tempo, indicou que a Rússia continua aperfeiçoando bombardeiros estratégicos e submarinos. Por esta razão, a Marinha russa modernizada irá ameaçar os EUA por vários anos.

Ademais, ela revelou que os russos "construíram novos mísseis de cruzeiro, capazes de atingir alvos a uma distância mais longa do que observamos antes".

Além disso, Robinson afirmou que, apesar da redução das atividades da Rússia na região desde 2014, a modernização da Força Aeroespacial russa continua, mantendo Canadá e EUA "sob uma ameaça permanente".

Portanto, a Rússia "com seu complexo de plataformas de fornecimento e sistemas de armas capazes de alcançar alvos em todo o território dos EUA e Canadá, continua sendo a única ameaça existencial no espaço aéreo com a qual ambos os países lidarão por anos", indicou.


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