Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Rússia suspeita que forças pró-EUA tenham destruído ponte do rio Eufrates na Síria

A ponte construída por militares russos na Síria através do Eufrates se desmoronou por causa do brusco aumento do nível de água no rio com a abertura proposital das comportas de uma usina hidroelétrica.


Sputnik

Militares russos ergueram a ponte de 210 metros em setembro de 2017 a vários quilômetros de Deir ez-Zor para transporte de equipamentos militares e de soldados pela margem oriental do rio. A ponte suportava passagem de até 8.000 carros por dia, inclusive veículos blindados.


Soldados das forças pró-governo sírio no Eufrates
Soldados pró-governo sírio no rio Eufrates © AFP 2018/ STRINGER

Segundo comunica o jornal Krasnaya Zvezda das Forças Armadas da Rússia, em 6 de janeiro, apesar da ausência de chuvas fortes, o nível de água no Eufrates aumentou vários metros de repente, e a velocidade do fluxo duplicou. No dia seguinte, a ponte caiu.

"A investigação, realizada por especialistas sírios, mostrou que a mudança drástica aconteceu com a abertura premeditada das comportas da usina hidroelétrica Tabqa, que está localizada na área das formações de oposição, que são controladas pela 'coalizão internacional' liderada pelos EUA", nota o jornal do Ministério da Defesa da Rússia.

De acordo com especialistas sírios, não havia necessidade de diminuir o nível de água na usina. Consecutivamente, as comportas podem ter sido abertas para "impedir reforço do governo sírio na margem oriental do Eufrates", sublinhou o jornal.

Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista em assuntos do Oriente Médio, Grigory Lukiyanov, opinou sobre quem pode estar envolvido na destruição da ponte.

"Muitas pessoas estão interessadas em impedir passagem das tropas governamentais para outro lado do Eufrates. Trata-se de pequenos grupos de oposição, ligados às Forças Democráticas da Síria, a unidades do Daesh [organização terrorista proibida na Rússia] que continuam atuando na região e que começaram a agir ativamente em Idlib e em algumas outras regiões nas últimas semanas, resistindo fortemente às tropas sírias."

De acordo com ele, a tática de destruição de instalações através da criação artificial de catástrofes técnicas já foi aplicada algumas vezes pelos aliados do Daesh para melhoramento de suas próprias posições.

"É exatamente esse grupo que está menos interessado na restauração econômica e social da região", concluiu o especialista.


Postar um comentário

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas