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Lançamento do Submarino Riachuelo – S40 (VIDEO)

Hoje, 14 de dezembro, às 10h da manhã em Itaguaí-RJ, teve início a Cerimônia de Lançamento do Submarino Riachuelo, o primeiro de uma série de quatro submarinos convencionais e um nuclear que estão sendo construídos pela Marinha do Brasil. A cerimônia conta com a presença do Presidente da República.
Poder Naval

O nome do primeiro submarino, “Riachuelo”, é alusivo à Batalha Naval do Riachuelo, considerada decisiva na Guerra do Paraguai, com atuação destacada da Marinha do Brasil.


Acompanhe a Cerimônia em tempo real no vídeo no final deste post.
Prosub

O Brasil tem o mar como uma forte referência em todo o seu desenvolvimento. É nessa área marítima que os brasileiros desenvolvem as atividades pesqueiras, o comércio exterior e a exploração de recursos biológicos e minerais. A imensa riqueza das águas, do leito e do subsolo marinho nesse território justifica seu nome: Amazônia Azul.

A Amazônia Azul cobre uma área de 3,5 milhões de quilômetros quadrados. Mas o país pleiteia na Organização das Naç…

Rússia testa sistema que 'dispersará mísseis inimigos como enxame de mosquitos'

O Ministério da Defesa da Rússia publicou um vídeo dos testes do novo míssil interceptor do sistema de defesa aérea russo, realizados no polígono de Sary-Shagan, no Cazaquistão.


Sputnik

O coronel Andrei Prikhodko assinala que durante os testes o míssil cumpriu a sua missão com êxito e atingiu o alvo estipulado, comunicou a edição Krasnaya Zvezda


Lançamento do míssil renovado A-135 do sistema de defesa antiaérea, no polígono cazaque de Sary-Shagan (foto de arquivo)
Lançamento do míssil A-135 © Sputnik/ Ministério da Defesa da Rússia

De acordo com Prikhodko, o alcance, a precisão e a vida útil do novíssimo míssil superam significativamente seus antecessores. O míssil foi elaborado completamente por fabricantes nacionais e não contém quaisquer componentes estrangeiros.

Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista militar Viktor Baranets comentou o lançamento do míssil.

"Existe o sistema de defesa aérea A-135 que protege a nossa capital. Contudo, já que a OTAN vem constantemente modernizando os sistemas de ataque, há tempo que nossas construtoras procuravam elaborar um 'antídoto' [capaz de neutralizar os ataques inimigos]. Então foi decidido modernizar o A-135 ou desenvolver um novo míssil interceptor para este sistema de defesa. Inicialmente o novo míssil foi testado em Plesetsk. Após o lançamento bem-sucedido, para continuar com os testes, o míssil precisou do polígono no Cazaquistão, já que o de Plesetsk é muito pequeno para ele; o míssil precisou de um espaço de grande amplitude", explicou.

"Imaginem um quadro: em pleno verão seu teto está cheio de mosquitos. Você pega um aspirador de pó e esse monte de mosquitos desaparece dentro do aspirador. Agora imagine que você não os suga, mas dispersa com um fluxo de ar fortíssimo. É isso que a nova ogiva vai fazer. Basta soprar, todo esse enxame desaparecerá. Nenhum míssil atingirá Moscou jamais", ressaltou Viktor Baranets.


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